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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026
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Vereador Hugo Furrier leva reclames da população sobre obra inacabada no Residencial Marajoara

Empresa contratada pelo município para executar rede de esgotos, quebrou as calçadas para obra e ficaram esquecidas

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Vereador Hugo Furrier leva reclames da população sobre obra inacabada no Residencial Marajoara
📸Reprodução/facebook
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   O vereador Hugo Furrier (MDB) subiu o tom na última sessão ao expor um cenário de paralisia administrativa e descaso com o dinheiro público. Em um desabafo que mistura frustração e ironia, o parlamentar afirmou que decidiu reduzir o número de indicações oficiais ao Executivo. O motivo?     Economia de papel, já que, segundo ele, o prefeito simplesmente ignora as solicitações.
"Para que gastar papel se nada é atendido?", questionou Furrier, evidenciando uma quebra de braço que prejudica diretamente a ponta final: o cidadão.
 
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   O ponto mais crítico da fala do vereador diz respeito à situação do Residencial Marajoara. Hugo Furrier denunciou um pacote de absurdos envolvendo as obras da rede de esgoto conduzidas por uma empresa terceirizada do Samae.
  1. Destruição sem Reparo: A empreiteira quebrou calçadas por todo o bairro para instalar a tubulação, mas o acabamento prometido ficou apenas no papel. O que se vê hoje são calçadas esburacadas e o pedestre em segundo plano.
  2. A Pressa em Cobrar: O que mais causa indignação, porém, é a "agilidade" da Prefeitura em um único setor: o de arrecadação. Mesmo com a obra inacabada e o rastro de destruição nas calçadas, o Executivo já está ávido para entregar os boletos de  Contribuição de Melhoria.
Crítica: A Conta Não Fecha
     A postura da administração municipal beira o cinismo, observa o vereador. Como se justifica cobrar do cidadão por uma "melhoria" que, no momento, só trouxe transtorno e poeira? A Contribuição de Melhoria, por definição legal, pressupõe a valorização do imóvel após a conclusão de uma benfeitoria. Cobrar por uma obra incompleta e com o bairro depredado é, no mínimo, uma inversão de valores e um desrespeito ao bolso do contribuinte.
   Enquanto o Executivo silencia diante dos requerimentos do Legislativo, o Marajoara segue como o símbolo de uma gestão que é rápida para emitir guias de pagamento, mas lenta — ou inexistente — na hora de fiscalizar seus próprios contratos e entregar dignidade aos moradores.
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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