O mundo acaba de assistir neste final de semana, um capítulo que muda os rumos do futuro da Venezuela, um país cuja soberania foi tomada pela ditadura esquerdista numa eleição fraudada e poder tomado à força. Mas para os senhores intelectuais que proliferam como erva daninha nas universidades espalhadas pelo mundo, a ação foi um "ato terrorista" para saquear o petróleo da Venezuela.
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Outros defendem que a captura de Nicolás Maduro inaugura fase de alto risco para a América do Sul e cria precedente grave no sistema internacional. Porém antes da ação norte americana, ninguém se posicionou contra as barbáries cometidas pelo "chavismo" contra a população da Venezuela. Aliás, coisa típica de gente dado a regimes nazistas, travestidos de intelectuais e formadores de opinião forjados no lixo que as universidades dos dias de hoje estão se tornando, inclusive aqui, no Brasil.
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A operação militar dos Estados Unidos em território venezuelano que resultou na captura de Nicolás Maduro representa um dos eventos geopolíticos mais comemorados embora discretamente por muitos países do hemisfério ocidental. A população venezuelana foi as ruas em festa mas isto não pode ser mostrado pelas Tvs que sobrevivem com o dinheiro sujo, distribuídos pelos regimes esquerdistas, cujas lideranças detém o poder no governo e comanda o narcotráfico.
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O episódio só vem demonstrar que nenhum regime autoritário se inaugura e se mantém à revelia das vistas de países que prezam pela democracia, pelos direitos humanos e por valores éticos. Afirmar que o episódio causará uma fase de instabilidade regional profunda, com impactos diretos sobre o Brasil, a Amazônia e o sistema internacional de segurança coletiva é um devaneio.
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A ação norte-americana, mesmo que conduzida sem autorização do Conselho de Segurança da ONU é justificável na medida em que crescia dia a dia, o tráfico de entorpecentes invadindo a América e atingindo não só a população norte americana, mas também outros países da América Central, América do Sul e Caribe.
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O recado já havia sido dado. Ao contrário do que querem rotular, especialmente o "jornalismo imparcial da Globobosta", não significa que os EUA rompeu um dos pilares centrais da ordem internacional do pós-1945: a proibição do uso unilateral da força. Independentemente da opinião que desejam empurrar goela abaixo do telespectador, o julgamento moral e político sobre Maduro, já tinha passado da hora.
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E não só dele. Tem muita gente na fila e será apenas uma questão de tempo para chegar aqui. Dizer que estamos diante de um precedente extremamente perigoso, é desejar que o crime organizado continue dominado as principais capitais do país, como São Paulo e Rio de Janeiro com facções como PCC e Comando Vermelho. A captura de um chefe de Estado estrangeiro, como ocorreu na Venezuela por forças militares de outro país, fora de um conflito armado declarado é um remédio que pode parecer "amargo", mas com grande poder de cura. O mal se corta pela raiz.
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Quando uma autoridade é constituída, mesmo que "democraticamente" o que é discutível também aqui no Brasil, é notório que o país caminha para uma "ditadura institucionalizada" e, isto sim, reflete o perigo e coloca em risco as nossas próximas gerações. O povo deve permanecer burro, comprado com toda a espécie de benesses e dominado, como ocorria com uma grande parcela de venezuelanos.
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Mais de 8 milhões deles, deixaram o país nos últimos 10 anos buscando refúgio em países vizinhos para não morreram de fome com suas famílias. Isso é governo? O combate ao narcotráfico e à figura do “narcoestado” e encontra sim respaldo moral sólido na doutrina clássica do Direito Internacional, pois legitima defesa para abarcar ameaças difusas, de natureza essencialmente criminosa. E serve como alerta para nações que toleram o crime organizado, ou abusam do poder investidos nos pseudos representantes da Justiça.
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A captura de Maduro tráz um alento à população o que contribuirá e muito à reconstrução institucional da Venezuela. O país já está fragmentado há anos, com a proliferação de milícias, pró regime de Maduro, fortalecendo grupos armados e expansão de economias ilegais transnacionais pela cocaína derramada sobre outros países. O país agora terá uma nova oportunidade para transição democrática ordenada, sem a vergonha do roubo nas urnas.
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O risco concreto a Venezuela já experimentou com a devastação causada por um projeto autoritário; desagregado e violento provocada por um governo tirano, perseguidor e corrupto. Somente quem teve familiares na Venezuela e tiveram todas as suas posses conquistadas ao longo de anos, arrebatadas pela tirania do governo é que podem compreender nossa opinião.
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Os efeitos da operação já fazem alguns líderes tremerem. Países como Brasil e Colômbia figuram entre a mira internacional não apenas por receber os imigrantes em novos fluxos migratórios, ou uma suposta uma crise humanitária ampliada, agora impulsionada pelo colapso econômico venezuelano, mas também por um ambiente em que as leis estão sendo desrespeitadas e impera o abuso de poder.
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A Amazônia já vem sendo usada como corredor de armas, drogas e grupos irregulares, elevando significativamente o custo estratégico para o Brasil mas a Justiça está cega para isso, mas não para cidadãos patriotas que tivera seu direito constitucional jogado no lixo na maior armação política suja, praticada pela esquerda que este país já viu.
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Condenar a chamada "violação da soberania venezuelana" sem aceitar a real necessidade de depor um regime nefasto e corrupto é não compreender uma equação delicada entre legalidade internacional, pragmatismo político e estabilidade regional. E o Brasil é o menos indicado para se posicionar, uma vez que Lula, estende tapete vermelho para um dos maiores ditadores do regime chavista, e líder de facção criminosa o qual chama de "cumpanhero"!
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O intelectuais de fundo de universidades, devem se preocupar não com o que está em jogo no futuro da Venezuela, mas o próprio Brasil cuja soberania, comandada pelo STF e um comandante dado a agradar comunistas, fere a legalidade e limites do poder no século XXI. Se o país não acordar nas próximas eleições, o Brasil poderá ser o próximo da lista. Trump já deu o recado!

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