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Segunda-feira, 08 de Junho de 2026
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O Escândalo da Reforma Infinita: José Maria Ferreira autoriza o 9º aditivo em obra de prefeitura

R$ 11 Milhões e Nada Pronto: O raio-x do contrato inflacionário que virou o poço sem fundo de Ibiporã

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
O Escândalo da Reforma Infinita: José Maria Ferreira autoriza o 9º aditivo em obra de prefeitura
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   A sede da Prefeitura Municipal de Ibiporã virou o monumento oficial da lentidão e do desperdício de dinheiro público. Caminhando a passos de cágado para completar três anos de poeira e tapumes, a obra ganhou mais um capítulo vergonhoso.

   O prefeito José Maria Ferreira acaba de autorizar o nono termo aditivo [9º] para uma reforma que parece não ter fim.  Em uma errata que tenta corrigir a matemática desastrosa da própria administração, o governo municipal oficializou mais um “puxadinho financeiro”. O novo aditivo injeta R$ 1.064.316,68 extras nos cofres da empreiteira AR Engenharia Eireli Ltda.

   Com essa nova tungada no orçamento, o valor total do contrato saltou de R$ 10 milhões para assustadores R$ 11.146.314,03.  Um Retrato do AbsurdoPreço de Obra Nova: Com mais de R$ 11 milhões, seria perfeitamente possível erguer dois prédios públicos inéditos, modernos e do mesmo tamanho, do zero.

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    Remendo de Ouro: A administração municipal prefere gastar uma fortuna inacreditável apenas para remendar, pintar e modificar o que já existe. Incompetência de Planejamento: O erro grosseiro na publicação original — que confundiu a palavra “acréscimo” com “supressão” — mostra que a gestão do contrato é tão confusa quanto o ritmo dos pedreiros.

O Bolso do Cidadão: Enquanto o contribuinte de Ibiporã espera por melhorias na saúde e na educação, o dinheiro dos seus impostos é canalizado para aditamentos infinitos em uma única obra burocrática.

  Uma reforma de três anos com nove aditivos não é um imprevisto de engenharia. É o retrato de uma gestão de contratos duvidosos e inflacionários que perdeu completamente o respeito pelo dinheiro do povo. Ibiporã merece respostas, e não mais desculpas publicadas em diário oficial. Cadê a fiscalização da câmara? Na gaveta do presidente?

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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