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Sexta-feira, 01 de Maio de 2026
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Londrina

Mau tempo e vandalismo deixam zona leste de Londrina sem comunicação

Desde a madrugada de sábado a região ficou sem telefonia, TV a cabo e internet

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Mau tempo e vandalismo deixam zona leste de Londrina sem comunicação
https://obutecodanet.ig.com.br/
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   O temporal que caiu na última sexta feira, provocou a queda de algumas árvores na região leste da cidade cujos galhos acabaram por romper parte da rede elétrica e cabos de fibra ótica que alimentam o serviço de telefonia e internet.  Não bastasse as causas naturais, grande parte do cabeamento que veio ao chão, foram furtados por vândalos que tiveram o “serviço facilitado”. 
    Tornou-se rotina a ronda destes indivíduos em região que tomam conhecimento de queda de árvores e cabos da rede, aproveitando-se da demora no atendimento à restituição de serviço para cometerem furto de cabos para posterior venda no mercado ilegal. O serviço na região leste de Londrina só foi reestabelecido na tarde de domingo. Os casos de furto de cabos de rede de telecomunicações para extração de fios de cobre causaram falhas ou interrupções dos serviços de internet, telefonia e TV por assinatura de mais de 6 mil domicílios na região do aeroporto Santos Dumont. 

O roubo de cabos causa um grande prejuízo aos consumidores, já que é necessário um novo cabeamento para o restabelecimento do serviço. Crédito: Mike Goad/PixaBay

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     Este Portal de Notícias, bem como a www.folha.webradio.site , ficaram fora do ar pelo menos por 40 horas neste final de semana.
     Números apontados pelas empresas que ficam no prejuízo, são absurdos. Somente em janeiro deste ano, representam um aumento de 34% no número de clientes afetados em comparação ao mesmo período no ano passado considerando todas as regiões da cidade em decorrência de roubo de fios. Segundo a Conexis, foram nada menos do que 4,6 milhões de metros de cabos furtados, no ano passado com um aumento de 16% em relação ao que foi registrado em 2020.
   A quantidade de fios que já foram roubados nos últimos anos seriam suficiente para cobrir, em linha reta, uma distância correspondente aos dois extremos do Brasil, indo da cidade de Oiapoque (AP), no extremo norte do país, até o município de Chuí (RS), na fronteira com o Uruguai. E ainda sobraria o suficiente para ir da capital do estado de São Paulo até a capital mineira, Belo Horizonte. Um absurdo, onde as autoridades a quem compete investigar, não conseguem chegar aos receptadores, fim da linha que continua incentivando os furtos. Se há furtos, é porque há mercado. E se há mercado, é porque alguém compra.


     Pergunta-se: onde está a dificuldade de encontrar estes receptadores? Porque a polícia não põe a mão neles?
     Quem é pego em flagrante, sabe para quem vende!
     É comum as empresas que vivem do comércio de “ferro velho”, em cidades pequenas e nas periferia de grandes centros urbanos colocarem cartazes em locais visíveis com os dizeres “não compramos cobre”, mas basta ficar por ali na fila para vender um alumínio, que se vê quilos e mais quilos de cobre sendo pesados em local “discreto”, fora da vista. Percebe-se que assim que é pesado e pago, o material de origem desconhecida é imediatamente retirado dali e transportado para outro local.
    Então, o que falta é empenho para acabar de vez com essa prática criminosa. Resta saber se há interesse nisso que, assim como outros tipos de crime, já estão sob o comando de quadrilhas especializadas. E como nos outros crimes, sempre há alguém ganhando alguma coisa para fazer “vistas grossas”. E isto, infelizmente não é segredo para ninguém, nesta terra que impera a “Lei de Gérson”.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Arquivo/Redes Sociais/
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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