A demora no atraso das obras de reformas na sede do prédio da prefeitura municipal levou o vereador Hugo Furrier (MDB) a solicitar informações junto a administração municipal, como projetos, cronograma de execução da obra, planilhas de custos e previsões de aditivos. Não é de hoje que a demora da obra que está mais de seis meses atrasada preocupa o vereador especialmente em relação ao custo final que deve ultrapassar a casa dos R$ 9 milhões previstos.
Analisando os documentos, um dos fatores que mais chamou a atenção do vereador já é a previsão de aditivos de prazo e custos. Furrier referiu-se também ao custo absurdo da guarita na entrada do portão de estacionamento, com cerca de 12 metros quadrados, o que já inclui um banheiro interno com a previsão de R$ 65 mil reais. "Vocês me desculpem mas pagar R$ 65 mil numa aguarita, tá muito caro". O vereador faz um comparativo com o custo de uma casa popular do projeto minha casa minha vida, com dois quartos, sala, cozinha e banheiro (cerca de 50 metros quadrados) ao custo de R$ 70 mil reais.
Outro detalhe que achou absurdo seriam os custos do rodapés, mas de tão aparente (escandaloso), privou-se de comentar. Até porque o custo somente do piso em granito, passa de mais de um milhão de reais. Como empresário da área de construção civil, o vereador irá analisar em detalhes cada situação e prometeu cobrar explicações do prefeito. Voltou a alertar que "obra demorada é obra cara ".
Publicidade
"Cobro porque o prefeito é um administrador por excelência, tem experiência de sobra e sabe que uma obra quanto mais demorada é, mais caro fica. Fosse qualquer prefeito meia boca, podíamos até relevar. Mas trata-se de um político com mais de 40 anos de experiência. Portanto, prefeito, trate de chacoalhar esse seu secretariado aí", disse cobrando mais agilidade na obra.
Furrier destaca ainda que seu requerimento de informações serve para elucidar a questão de prazos e detalhes sobre a execução da obra, além do andamento financeiro, o que já preocupa no uso dos recursos públicos. O vereador está fazendo o seu papel de fiscalizar e, em caso de descumprimento de prazo ou supostas irregularidades, tem o dever de levar o caso ao Ministério Público.os recursos públicos sejam utilizados de forma adequada", observa.
alhas no projeto, erros de cálculo ou falta de detalhes técnicos, o pode gerar atrasos na execução e aumento de custos. A falta de planejamento
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno

Comentários: