A eleição de Tiago Amaral (PSD) como prefeito de Londrina vai mudar a atual composição da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), onde ele ainda é deputado estadual. A partir de 2025, o cargo deve ser ocupado por Wilmar Reichembach (PSD). Reichembach está na segunda suplência e deve assumir a função porque o primeiro suplente, Pedro Paulo Bazana (PSD), é deputado estadual no lugar de Márcio Nunes (PSD), que atualmente é secretário estadual de Turismo. Ele ficará no posto até 2026, ano da próxima eleição geral estadual, caso assim queira.
Se não aceitar o cargo, os próximos na fila de suplentes serão convocados. Tiago Amaral teve 143.745, 56,32% do total, e venceu Professora Maria Tereza (PP), que encerrou o segundo turno com 111.464 votos, 43,68% dos votos válidos. O que acontece agora As alterações na Assembleia devem ocorrer somente no início de janeiro de 2025, depois do dia 1º, quando os novos prefeitos tomam posse em seus municípios. Antes, ocorrerá a diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral, cerimônia que deve ser realizada até o dia 19 de dezembro. A diplomação é o ato formal que encerra o processo eleitoral e habilita o eleito a tomar posse no seu respectivo cargo. Com a posse, o Poder Legislativo faz a convocação dos suplentes.
No primeiro turno, o deputado Marcel Micheletto (PL) foi eleito prefeito de Assis Chateubriand. Já o deputado Douglas Fabrício (Cidadania) conquistou a prefeitura de Campo Mourão. As duas cadeiras na Assembleia deverão ser ocupadas pelos suplentes: Jairo Tamura (que sofrerá discussão sobre sua titularidade pela saída do PL para o União Brasil) e Dr. Leônidas, respectivamente. As mudanças seguem o resultado das eleições publicadas em 2022 pela Justiça Eleitoral. A deputada estadual Mabel Canto (PSDB) disputou o segundo turno em Ponta Grossa, mas não conseguiu a eleição.
As alterações na Assembleia devem ocorrer somente no início de janeiro de 2025, depois do dia 1º, quando os novos prefeitos tomam posse como Chefes dos Executivos em seus municípios. Antes, ocorrerá a diplomação dos eleitos pela Justiça Eleitoral, cerimônia que deve ser realizada até o dia 19 de dezembro. A diplomação é o ato formal que encerra o processo eleitoral e habilita o eleito a tomar posse no seu respectivo cargo. Com a posse, o Poder Legislativo faz a convocação dos suplentes.
Reeleito deputado estadual em 2022, Tiago Amaral (PSD) está no terceiro mandato. Atualmente, ele é presidente da principal comissão da Assembleia Legislativa, a Comissão de Constituição e Justiça. Formado em Direito, Amaral atuou como advogado, com foco em Gestão Pública e Direito Público. Foi Controlador-Geral do Paranacidade, instituição responsável por políticas que estimulam o desenvolvimento dos municípios. Assumiu o cargo de deputado estadual em janeiro de 2015.
Também participaram das eleições deste ano como candidatos a deputada Maria Victoria (PP) e o deputado Ney Leprevost (União), em Curitiba. O deputado Goura (PDT) foi candidato a vice-prefeito na capital. No interior do Estado, outros quatro parlamentares também participaram das eleições como candidatos: Márcio Pacheco (PP) disputou a prefeitura de Cascavel; Tercílio Turini (MDB) concorreu no processo eleitoral em Londrina; Dr. Antenor (PT), disputou a prefeitura de Guarapuava; e Marcelo Rangel (PSD) foi candidato a prefeito em Ponta Grossa.

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