“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho certeza absoluta”, disse o gênio Albert Einstein. A frase acima, atribuída a um dos cérebros mais geniais já colocados em funcionamento em nosso planeta, torna-se a cada dia mais profética e verdadeira. Isso vem acontecendo, em maior ou menor grau, no mundo inteiro, mas no Brasil está ultrapassando qualquer limite. Um outro ditado diz “a gente morre e ainda não vê tudo”. Com efeito estas frases nunca foram tão atuais quando a gente se depara com certas atitudes do ser humano.
Uma jovem de 23 anos, residente em Curitiba, (a capital de gente culta) que se diz “influenciadora”, reclama que foi ataca nas redes sociais após publicar um vídeo em sua rede social onde comemora o aniversário de três anos de um bebê reborn. A jovem é estudante de pedagogia e aqui com meus botões, fico imaginando qual será o legado educacional que deixara aos seus futuros pseudos alunos?
A cena pra lá de bizarra, mostra uma mesa posta com guloseimas, bolos e doces reais com direito a parabéns a você num enredo que carece ser estudado por psicólogos da Nasa, tamanho ato inconcebível racionalmente falando. E pior, está atraindo adeptos o que revela de fato as teorias que indicam que o ser humano está retrocedendo mentalmente é real.
Apesar de afirmar que “não trata a boneca como bebê de verdade”, reclama dos comentários que recebe nos mais de 185 mil visualizações comentadas. E o que são abebês-reborns? Brinquedo ou suporte emocional que se parecerem com recém-nascidos? O fato é que os bebês reborn além de serem bonecas esculpidas e pintadas com detalhes realistas da pele, veias, peso e cabelo está indo muito além disso, a ponto de ter festa de aniversário! Isto é normal vindo de uma jovem de 23 anos ou é caso para preocupação?
A probabilidade de que uma pessoa seja estúpida é independente de sua educação, riqueza, inteligência, etc.; ou seja, se distribui igualmente em todos os segmentos da população o que é preocupante. A estupidez humana pode desencadear influências negativas que atrasam a evolução do homem ao invés de contribuir para sua ascensão.
O protagonista da estupidez, ao contrário da pessoa normal, sente-se completamente satisfeito consigo mesmo; sim, mas pode até torna-se perigoso, enfurecendo-se facilmente quando é refutado como no caso em tela, onde a jovem reclama da repercussão negativa em suas redes sociais. Portanto, a relação com o estúpido exige muito mais cautela do que com a pessoa que têm consciência de seus atos e das prováveis consequências que elas podem trazer. “Nunca se há de convencer o estúpido pela razão – é inútil e perigoso”, já dizia o psicólogo alemão Dietrich Bonhoeffer.
Não será de admirar se daqui alguns dias, não nos depararmos com a notícia de que jovens estão nas filas dos postos de saúde, carregando seus bebês-reborns buscando a vacina da poliomielite, para evitar que os mesmos venham ser vitimados pela paralisia infantil. Esse é o futuro desta geração e pode servir como exemplo do resultado da qualidade de ensino nas nossas universidades, ou do efeito das drogas consumidas descaradamente nos campus. Um cenário triste, mas infelizmente real!

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