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Domingo, 05 de Julho de 2026
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Seleção feminina, dá vexame e é eliminada da Copa do Mundo na primeira fase

Com futebol medíocre, e atuação pífia, são saiu do empate com a fraca seleção da Jamaica

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Seleção feminina, dá vexame e é eliminada da Copa do Mundo na primeira fase
Thaís Magalhães/
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A Seleção Brasileira de Futebol Feminino disse adeus a Copa do Mundo. Nesta quarta-feira (2), a equipe liderada pela "Rainha" Marta, ficou no empate sem gols com a Jamaica, terminando apenas na terceira colocação no Grupo F da competição. No outro jogo do dia a França goleou Panamá pelo placar de 5 a 2.

      França e Jamaica avançaram para as oitavas de final da Copa do Mundo, enquanto Brasil e Panamá foram eliminados da competição que está sendo disputada na Austrália e Nova Zelândia.  Foi a pior campanha da Seleção Brasileira na história dos Mundiais. Em três jogos foram uma vitória diante do Panamá, derrota para França e empate com a Jamaica.  Esta foi a última Copa do Mundo de Marta que apenas esteve em campo com uma atuação apagada e sem liderança. Um futebol fraco e medíocre de uma seleção que apostou alto numa comissão técnica estrangeira que não mostrou a que veio. 

   Hora de passar a régua, demitir a Comissão Técnica e recomeçar do zero. O Brasil volta para casa para assistir o resto da copa pela TV e quem sabe, reaprender como se joga futebol.  A Jamaica que precisou de "vaquinha" para participar da copa, fez o dever de casa e entrou para história do futebol sem tomar gols na primeira fase enfrentando duas seleções apontadas como favoritas. França e Brasil.

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   Faltou calma e precisão. A seleção conseguiu chegar à área adversária, mas esbarrou na zaga jamaicana e na própria imprecisão. As comandadas de Pia abusaram nos erros de passe e foram afobadas na hora de finalizar. Esta foi a terceira eliminação da seleção feminina em copas nas fases de grupos. As outras aconteceram em 1991 e 1995.

   Marta, a camisa 10 foi titular e capitã do Brasil hoje, mas não conseguiu evitar a eliminação verde-amarela. As francesas lideraram a chave, enquanto as jamaicanas ficaram com a segunda colocação. Agora elas aguardam os adversários da próxima fase.  Precisando do resultado, a seleção brasileira controlou a posse de bola e, até a entrada da área, teve liberdade para trocar passes. No último terço, porém, teve dificuldade para se livrar da forte marcação jamaicana e, quando conseguiu, foi afobada na finalização, facilitando o trabalho de Spencer.

   Com o passar o primeiro tempo, o Brasil começou a falhar nos passes, tanto na intermediária quanto no ataque, e viu as jamaicanas gostarem do jogo e incomodarem a defesa verde-amarela. A Jamaica, porém, terminou a etapa inicial sem finalizações.  O Brasil voltou para o segundo tempo com Bia Zaneratto no lugar de Ary Borges, mas o time passou a ter mais dificuldades para chegar ao ataque. Com passes imprecisos e diante de uma sólida defesa jamaicana, a seleção brasileira não conseguiu ameaçar Spencer.

  O clima frio em Melbourne não intimidou os brasileiros, que lotaram as arquibancadas em apoio à seleção. No hino, a torcida fez o bonito e tradicional coro quando a música terminou e ao longo do jogo cantou em apoio. A medida que o jogo ia passando e ficando mais tenso, o ambiente também era de apreensão.

   Nos últimos minutos, começou também a insatisfação com as quedas e demora da Jamaica nas faltas. Todos reagiram com temor ou empolgação na melhor chance da seleção africana. Mesmo os cantos de "eu acredito" no fim não foram suficientes para o Brasil marcar. Depois de uma grandes festa na chegada, o ambiente foi de desolação. No banco, Marta tinha a mesma sensação. Observava o jogo tensa. Com altas expectativas antes da Copa, a eliminação foi um balde de água fria em todos.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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