A Secretaria de Saúde de Ibiporã está sob novo comando desde a última terça-feira, dia 13. O prefeito José Maria Ferreira (PSD) procedeu a nomeação interina do diretor adjunto de saúde, Ilto de Souza para ocupar o cargo de Secretário Municipal de Saúde no município. Mas calma gente, não comemorem ainda. Este procedimento é legal e comum, que indica o exercício temporário da função, enquanto a "competente secretária" Leiliane de Jesus Lopes Vilar, goza um período de férias.
Para o desapontamento de muita gente, ainda não foi desta vez a mudança radical no comando da secretaria. O mesmo Decreto de nomeação também suspende provisoriamente Ilto de Souza, Diretor Adjunto em Saúde de suas atribuições, até o retorno da titular da pasta. Em resumo, a ação do prefeito é um mecanismo administrativo padrão para assegurar que a pasta continue funcionando plenamente durante a ausência ou substituição da secretária titular.
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O período vai de 12 até o dia 26 de janeiro. Um tempo curto infelizmente para que possa ter um parâmetro de uma perspectiva de melhora no serviço. Ideal seria o prefeito dar uma licença de seis meses, ou colocar no cargo uma profissional médica competente como a diretora do UPA, Dra. Terezinha Sanches. Ouvindo alguns servidores da saúde, a substituição temporária feita pelo prefeito é trocar seis por meia dúzia. Ou seja, não muda em nada e tudo continuará como antes.
Vale lembrar que a Secretaria de Saúde lidera o ranking de reclamações embora em outros períodos, a mesma secretaria tenha sido destacada por um alto número de elogios. Hoje a Secretaria Municipal de Saúde é apontada como o órgão da prefeitura que mais ignora ou demora a responder a pedidos de informação dos cidadãos sobre a ausência de especialidades, demora no atendimento e em alguns casos até na falta de medicamentos. E o prefeito não troca por motivos políticos, ou não encontra alguém competente disponível no mercado.
A grande demanda dos serviços de saúde pública em âmbito local, é um desafio municipal delicado e requer espírito de liderança e competência, cuja ausência destas qualidades fica patente frente ao alto volume de reclamações recebidas. E não é por falta de cobrança!
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno

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