A administração municipal de Ibiporã enfrenta críticas crescentes devido à deterioração dos serviços públicos essenciais, com relatos de caos no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e no Posto Central. Usuários denunciam falta de manutenção, materiais básicos e pessoal, resultando em ambientes insalubres, desperdício de insumos e transtornos no atendimento à população.
CRAS: Precariedade e Desperdício
Relatos apontam que o CRAS, local destinado ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade, opera em condições precárias. A falta de equipamentos adequados de higiene foi ilustrada por um rolo de papel higiênico pendurado em um barbante e o uso de frascos de detergente como dispenser de sabonete líquido. Essa ausência de estrutura básica não apenas compromete a dignidade do usuário, mas provoca o desperdício de material de limpeza, gerando ineficiência administrativa.
Relatos apontam que o CRAS, local destinado ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade, opera em condições precárias. A falta de equipamentos adequados de higiene foi ilustrada por um rolo de papel higiênico pendurado em um barbante e o uso de frascos de detergente como dispenser de sabonete líquido. Essa ausência de estrutura básica não apenas compromete a dignidade do usuário, mas provoca o desperdício de material de limpeza, gerando ineficiência administrativa.
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Este é o retrato do "fino trato" com o serviço público na saúde
Posto Central: Calor e Lentidão
No Posto Central, a situação não é diferente. Pacientes e servidores enfrentam o forte calor devido à falta de manutenção no sistema de ar condicionado, que não funciona há dias. Além do ambiente insalubre, a carência de funcionários na recepção resulta na abertura de apenas uma porta para entrada, gerando filas, desorganização e uma longa espera para atendimento.
No Posto Central, a situação não é diferente. Pacientes e servidores enfrentam o forte calor devido à falta de manutenção no sistema de ar condicionado, que não funciona há dias. Além do ambiente insalubre, a carência de funcionários na recepção resulta na abertura de apenas uma porta para entrada, gerando filas, desorganização e uma longa espera para atendimento.


Esses problemas evidenciam falhas graves na zeladoria municipal, com o funcionalismo e a população sofrendo os impactos diretos da falta de gestão, exigindo medidas urgentes das autoridades competentes. A situação de 2026 ocorre em um contexto onde a prefeitura, inclusive, suspendeu serviços e atendimentos em outras áreas no final de março.

Sem ar condicionado há dias aguardando serviço de manutenção, o improviso é o ventilador no chão
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno

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