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Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
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MPPR e Associações de Imprensa lançam campanha de combate às fake news nas eleições

Iniciativa alerta para o avanço de conteúdos manipulados por inteligência artificial e reforça a importância da checagem de fatos antes do compartilhamento.

Hatsue Kajihara
Por Hatsue Kajihara
MPPR e Associações de Imprensa lançam campanha de combate às fake news nas eleições
📸Imagem ilustrativa/IA
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    Curitiba (PR) — Com o objetivo de proteger o processo democrático e combater a desinformação, o Ministério Público do Paraná (MPPR) declarou apoio a uma campanha de conscientização promovida por entidades representativas do setor de comunicação. A iniciativa, que conta com a participação da Associação Paranaense de Imprensa (API) e da Associação dos Proprietários de Jornais do Paraná (APJOR), busca alertar os eleitores sobre os riscos e as consequências das chamadas fake news durante o ano eleitoral.
 
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   O alerta ganha relevância diante da crescente utilização de ferramentas de inteligência artificial na produção de conteúdos falsos ou descontextualizados. A campanha parte da premissa de que a desinformação raramente circula no meio-termo, mas sim se espalha ao provocar emoções intensas — seja por entusiasmo ou estranhamento —, o que leva o eleitor ao compartilhamento impulsivo, sem a devida verificação dos fatos. A superexposição midiática de pré-candidatos também está no radar das entidades.
 
   Para blindar o eleitor contra as armadilhas virtuais, a ação propone um conceito direto, focado na interrupção do ciclo de desinformação: “Se é bom demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é estranho demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é forçado demais, duvide. Notícia exige apuração”.
 
Atuação preventiva
   O papel do jornalismo profissional é central nessa estratégia, atuando como um filtro essencial que oferece informação confiável e estimula a checagem.   Em paralelo, o MPPR reforça que, durante as eleições, atua de forma preventiva e repressiva em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF).
 
   Os promotores eleitorais são responsáveis por fiscalizar o cumprimento da legislação, coibindo práticas como a propaganda irregular, abuso de poder econômico e o uso indevido da máquina administrativa. O órgão ministerial também alerta que a disseminação de fake news — caracterizada pela divulgação de fatos sabidamente inverídicos capazes de influenciar o eleitorado — é crime eleitoral e está sujeita a punições severas
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Hatsue Kajihara
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Hatsue Kajihara

Publicado por:

Hatsue Kajihara

Hatsue Kajihara/Jornalista

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