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Sabado, 02 de Maio de 2026
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Londrina

Ministério Público do Paraná emite recomendação para que seja evitada obras irregulares em Londrina

Sejam elas ilegais ou inadequadas ajustadas em Lei Complementar que integra o Plano Diretor

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Ministério Público do Paraná emite recomendação para que seja evitada obras irregulares em Londrina
Entre as negativas estaria o projeto de uma ponte cruzando o lago do Parque Arthur Thomas
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     O Ministério Público do Paraná, por meio da 20a Promotoria de Justiça de Londrina, no Norte Central do Estado, emitiu recomendação administrativa para que a revisão das leis que integram o Plano Diretor de Londrina não contenha a previsão de obras viárias ilegais ou irregulares. A recomendação foi enviada ao prefeito e aos vereadores.

     Foram identificadas pelo MPPR, no Plano de Mobilidade Urbana de Londrina e na minuta do Projeto de Lei 063/2023, quatro obras inadequadas – seja por ilegalidade, seja por estarem na contramão dos atuais parâmetros de preservação ambiental. Essas intervenções preveem a instalação de uma avenida atravessando o Parque Municipal Arthur Thomas, que é Unidade de Conservação integral, a construção de duas vias atravessando o fundo de vale do Córrego Tucanos e a instalação de uma via em ponte sobre o Lago Igapó I.

   Na visão do Ministério Público do Paraná, levando-se em conta as normas de proteção ambiental e da ordem urbanística, bem como informações técnicas relacionadas à urgência da implantação de ações efetivas de enfrentamento à crise climática e suas drásticas consequências, é primordial não apenas a manutenção de espaços protegidos e áreas cobertas por vegetação nativa, mas a sua intensa ampliação. As quatro obras previstas, ao contrário, afetam negativamente áreas que precisam ser preservadas.

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    Em consequência, o MPPR recomendou aos agentes públicos destinatários do documento, entre outras medidas, que revisem a minuta proposta para o Projeto de Lei, de modo a assegurar sua adequação às normas que pautam a ordem urbanística e a proteção ambiental, excluindo as quatro obras indicadas, por preverem inaceitável supressão de vegetação e intervenção evitável em áreas protegidas. O Ministério Público recomenda ainda que, após as adequações, a proposta seja novamente apresentada e discutida em audiência pública, conforme exige o Estatuto da Cidade.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ministério Público do Paraná
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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