A participação popular é o pilar fundamental para desenhar o futuro de uma cidade, pois garante que o crescimento urbano reflita as reais necessidades de quem nela vive. Quando a Prefeitura de Ibiporã convoca a comunidade para a segunda audiência pública do Plano DIretor, agendada para o dia 24 de setembro, às 19h, no auditório do Centro Tecnológico do Trabalhador de Ibiporã (CTTI), ela não cumpre apenas uma formalidade legal exigida pelo Estatuto da Cidade, mas abre as portas para o exercício pleno da cidadania.
O Plano Diretor funciona como uma "constituição municipal" para o desenvolvimento urbano, ditando as regras de crescimento, zoneamento e infraestrutura. Por afetar diretamente o cotidiano de todos — desde a facilidade de mobilidade urbana até a preservação ambiental e a atração de novos empregos —, o debate não pode ficar restrito a técnicos e governantes.
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Como destacado por representantes locais após o sucesso de público da primeira audiência em julho, a presença ativa dos moradores assegura que as decisões sobre o espaço público promovam a qualidade de vida e um desenvolvimento social equilibrado.
Comparecer e opinar nessas reuniões traz impactos diretos e práticos para a sociedade civil:
- Democratização das decisões: Transforma o morador de um espectador passivo em um agente ativo nas escolhas sobre o uso e ocupação do solo municipal.
- Fiscalização social: Garante transparência na atualização de leis cruciais como o Código de Obras e o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV).
- Equilíbrio de interesses: Equaliza as demandas de desenvolvimento econômico trazidas pelo setor privado com o respeito ao meio ambiente e o bem-estar comunitário.
Votar e acompanhar a política local vai muito além das urnas. O futuro das ruas, dos bairros e dos serviços públicos de Ibiporã está em jogo neste debate. A construção de uma cidade mais segura, inclusiva e próspera depende diretamente de quantas vozes se farão ouvir no auditório do CTTI.
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno

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