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Domingo, 01 de Novembro de 2026
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Cobrança do Professor Abreu expõe falhas na prevenção de endemias em Ibiporã

Requerimento do parlamentar exige respostas imediatas da Coordenação de Endemias sobre a proliferação de mosquitos no Jardim Cinquentenário, Vila Rosana e Serraia.

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Cobrança do Professor Abreu expõe falhas na prevenção de endemias em Ibiporã
📸Arquivo/Folha
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    Aparente fresta na base aliada do Executivo de Ibiporã ganhou contornos públicos com a recente postura do vereador Professor Abreu (Republicanos). Ao cobrar abertamente uma atenção que, segundo ação no legislativo, parece ter sumido por parte da administração municipal, o parlamentar escancara um descontentamento político que vai além da articulação de gabinete.
 
  O desabafo sobre a "necessidade de ficar cobrando" o que deveria ser fluidez governamental sinaliza que a prefeitura pode estar testando o limite de sustentação de seus próprios parceiros no Legislativo. Hoje o prefeito só tem olhos para tentar alavancar a campanha do filho, presidente do Legislativo.
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  No entanto, o reflexo mais preocupante desse suposto distanciamento político não se resume aos bastidores do poder, mas sim ao impacto direto na ponta: a saúde da população. Sob a justificativa dessa cobrança necessária, o Requerimento nº 035/2026 — que convoca a Coordenação de Endemias para prestar esclarecimentos à Comissão de Saúde e Assistência Social — acende um alerta vermelho sobre a proliferação de mosquitos e o risco iminente de endemias em bairros como o Jardim Cinquentenário, Vila Rosana e Serraia.
 
   Ao exigir explicações sobre as ações de vigilância, planejamentos de manejo e orientações aos moradores, o Professor Abreu cumpre o papel fiscalizador, mas também expõe uma lacuna na proatividade do Executivo. A proliferação de vetores em áreas urbanas específicas sugere que o cronograma de prevenção falhou ou caminha a passos lentos, empurrando o Legislativo para uma posição de tutor de serviços básicos de zeladoria e saúde pública.
 
  A convocação da Coordenação de Endemias, cuja data de reunião ainda será definida, coloca a gestão municipal sob os refletores. Mais do que responder às dúvidas técnicas da comissão, o Executivo precisará demonstrar se o "esquecimento" apontado pelo vereador é apenas uma miopia na articulação política ou se reflete uma paralisia administrativa que já começou a incomodar a comunidade e os seus representantes diretos. Nesse imbróglio, ganha espaço a vice-prefeita Mari de Sá que vem se desdobrando para dar conta do que nos últimos anos, vem se arrastando na administração.
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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