
Vereador Rafael da Farmácia defende mutirão em favor da busca de recursos em Brasília
Diante das discussões acerca do “corte de recursos” pretendidos pelo prefeito José Maria Ferreira, e a incógnita das propostas contidas num novo contrato ao Hospital Cristo Rei, o Vereador Rafael do Nascimento (da Farmácia- MDB) um dos membros da comissão permanente de saúde da Câmara Municipal de Ibiporã, defendeu esta semana a necessidade de arregimentar uma comitiva de vereadores voluntários a buscar junto aos deputados em Brasília, uma leva de recursos para o Hospital Cristo Rei.
Para isso, o vereador através de sua assessoria está buscando uma agenda com os deputados que representam a nossa região, bem como junto ao Ministério da Saúde para pleitear recursos para o hospital e para a área de saúde. Esta semana já iniciou contatos com parlamentares buscando o alinhamento de emendas para atender as necessidades do hospital.
O vereador que sempre defendeu a regulamentação do pagamento do adicional de insalubridade aos profissionais da área, especialmente os Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate às Endemias que atuam em nossa cidade defende também uma melhor remuneração aos profissionais. “Eles estão sempre na linha de frente e nada mais justo do que serem bem remunerados”, defende o vereador.
“Há pouco tempo, eu, o vereador Ilseu e o presidente da Câmara Victor Carreri, já tivemos boas notícias, com a liberação de recursos na ordem de R$ 1 milhão para o hospital junto ao governo do estado. Agora precisamos ir a Brasília em busca de mais verbas, porque a área da saúde é prioritária. O Hospital Cristo Rei não pode ficar refém de uma situação”, comentou o emedebista.
“A situação do hospital também é uma responsabilidade do poder público e do povo de Ibiporã. Assim, nós vereadores, como representantes da população temos obrigação de ajudar a resolver esta questão”, finalizou o vereador.
Nota da Redação:
Inadmissível é aceitar quando todos os vereadores concordam em buscar solução para o hospital, chega o prefeito no primeiro mês de mandato e corta o recurso pela metade.
Uma coisa que ninguém entendeu ainda, ou não quer entender, é que os residentes que atuam no HCR já são médicos, e não é porque não são especialistas em alguma área que não podem atender a população.
Ninguém chegou alí de paraquedas. Cada um deles é responsável pelo seu plantão. E reafirmamos aqui.
A situação do hospital só não está pior, porque alguns médicos que não queriam mais atuar no HCR, ficaram até agora por conta da responsabilidade e da seriedade que perceberam nesta gestão comandada pelo interventor Paulo Bolçois.

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