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Domingo, 03 de Maio de 2026
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SAMAE orienta: sete hábitos domésticos que prejudicam a rede de esgoto

Do óleo de cozinha à água da chuva, descarte incorreto de resíduos em vasos sanitários ou pias está entre as causas de problemas no saneamento

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
SAMAE orienta: sete hábitos domésticos que prejudicam a rede de esgoto
📸Arte/compostcheira.eco.br
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   Na semana em que se celebra o Dia da Educação Ambiental, a atenção se volta para atitudes simples do dia a dia que têm impacto direto no meio ambiente e no funcionamento dos serviços de saneamento. Hábitos comuns dentro de casa podem causar entupimentos, extravasamentos e sobrecarga da rede de esgoto.

   Para prevenir esse tipo de problema e evitar danos ao saneamento básico, o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto, o Samae orienta a população para que atente para estes fatores que causam danos ao meio ambiente, e comprometem a qualidade de vida além de gerar problemas de ordem técnica e financeira no serviço de saneamento.  Lembrando que aumentando a demanda de serviços, aumentam também os custos operacionais que acabam influindo na tarifa dos consumidores.

    Veja abaixo sete exemplos que podem ser observados pela população e contribuem positivamente para um meio ambiente limpo e responsável.

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Resíduos que não podem ser descartados em vasos sanitários, ralos ou pias:

      1. Óleo de cozinha - Apenas um litro de óleo é capaz de contaminar até 25 mil litros de água. Como não se dissolve, o óleo se acumula nas tubulações, dificulta o tratamento do esgoto e pode provocar entupimentos. Recomenda-se o armazenamento em garrafas PET para levar até um ponto de coleta que encaminha para a reciclagem do material.

      2. Água da chuva - A água da chuva e o esgoto doméstico nunca devem ser misturados. A água da chuva deve ser canalizada para a galeria de água pluvial. Quando os moradores fazem ligações irregulares, ou seja, direcionam a água da chuva para a rede de esgoto, aumenta o volume dentro da rede, o que provoca extravasamentos e refluxo do esgoto para dentro dos imóveis.

      3. Absorventes, fraldas e papel higiênico - Esses materiais não se dissolvem com facilidade e podem bloquear a passagem do esgoto. O descarte no vaso sanitário é uma das principais causas de entupimento nas redes coletoras. Estes materiais precisam ir para o lixo comum.

      4. Hastes flexíveis (cotonetes)- Apesar do tamanho pequeno, esses itens se acumulam ao longo da tubulação e contribuem para bloqueios no sistema de esgoto. O local certo para o descarte também é o lixo comum, nunca o vaso sanitário.

      5. Fio dental - O fio dental, muitas vezes utilizado durante o banho, não pode ir para o ralo, pois não se dissolve na água e funciona como uma espécie de “rede” dentro da tubulação, retendo outros resíduos e formando grandes obstruções ao longo do tempo. A destinação correta é o lixo comum.

      6. Cabelos - O acúmulo de fios em ralos e sifões compromete a passagem do esgoto. Com o tempo, os cabelos se entrelaçam, formando barreiras que dificultam o escoamento e favorecem entupimentos. O descarte também deve ser feito no lixo comum.

      7. Bitucas de cigarro e embalagens plásticas - Esses resíduos são frequentemente descartados de forma incorreta e acabam chegando à rede de esgoto, contribuindo para o mau funcionamento do sistema e para a poluição ambiental. Jogue as bitucas no lixo comum e as embalagens plásticas junto aos resíduos recicláveis.

   Segundo a presidente da autarquia, Mari de Sá, muitos dos problemas registrados na rede de esgoto durante as manutenções periódicas, têm origem nas residências. “Grande parte dos entupimentos e extravasamentos ocorre em razão do descarte inadequado de resíduos que parecem inofensivos. A educação ambiental passa por entender que a rede de esgoto foi projetada para receber apenas o esgoto doméstico, e não lixo ou água da chuva. Trata-se de uma responsabilidade compartilhada, em que a colaboração e a conscientização da população são fundamentais para garantir a eficiência do sistema e evitar impactos ao meio ambiente”, afirma.

O Samae é o órgão responsável pelo saneamento básico da cidade, incluindo o abastecimento de água, tratamento de esgoto e gestão de resíduos sólidos. Colabore para que a cidade de Ibiporã continue sendo exemplo de saneamento para a região.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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