
A Prefeitura Municipal de Ibiporã, através da Secretaria de Assistência Social, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, vão lançar amanhã a campanha “Vacinação Solidária”, com o objetivo de arrecadar alimentos não perecíveis, a serem distribuídos para pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social.
O prefeito pretende com isso, fazer assistencialismo com o dinheiro do povo e “economizar” aos cofres públicos, não bastasse já o corte que fez na merenda escolar. Agora usa de subterfúgio para arrecadar alimentos para atender aquelas famílias que estão fora do Programa Bolsa Família, as quais deixou de atender durante o período de Pandemia com recursos da Educação. A justificativa é exemplo de outros municípios. O intuito da Vacinação Solidária é aproveitar o deslocamento das pessoas que vão se vacinar, para promover a ação solidária de doação, ampliando o atendimento já prestado pela rede de proteção social do município. E o dinheiro da merenda? E os recursos advindos da Pandemia para ações emergenciais, onde está indo?
Apesar de louvável iniciativa, mas de caráter duvidoso, estamos aqui fazendo nossa parte em divulgar.
Quem puder doar alimentos não perecíveis (arroz, feijão, café, açúcar, farinha, macarrão, entre outros itens), deverá entregar para as equipes da Assistência Social e voluntários da sociedade civil estarão recebendo os alimentos doados no local da vacinação. A Secretaria de Assistência Social destaca que a doação de alimentos é totalmente “voluntária” e não interfere no direito de se vacinar. Só faltava estar condicionado, né?
A iniciativa vai na cola da Prefeitura de Indaiatuba(SP) que lançou a campanha dia 23 do mês passado incluindo nos pedidos, fraldas geriátricas e produtos de higiene pessoal. Virou mania nacional.
Vale lembrar que nas portas de vários supermercados, algum grupo ligado a ONGs e instituições religiosas, estão correndo a sacolinha, pedindo a doação de alimentos e congêneres. Enquanto isso, os políticos estão promovendo aumento de salários pessoais e para os agregados em cargos de confiança por baixo dos panos, em votações secretas e em regime de urgência acoitadas pelas Câmaras Municipais. Uma vergonha!
Um exemplo disso, foi ontem em Cambé, onde a Câmara recebeu, discutiu, analisou, votou e o prefeito sancionou em menos de 10 minutos. Você que votou nesse grupo corrente do bem colabore também.
Assim sobra recurso para o prefeito tomar cafezinho especial de R$ 33 reais o quilo, fazer banquete no break-fest e quem sabe até gastar uma grana preta em Sushi, num restaurante que não existe, como denunciamos aqui, em sua gestão passada.
Mais informações pelo telefone: (43) 3178-0397
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