O CEEP Professora Eleuza Maria Alício Semprebom foi inaugurado na sexta-feira, dia 30 de janeiro de 2026, com grande destaque, sendo descrito como um dos centros de educação profissional mais modernos do estado, com investimento de aproximadamente R$ 23 milhões. O prédio, construído para atender cerca de 1.200 alunos com cursos técnicos (incluindo Inteligência Artificial), sofreu com as precipitações logo após a abertura oficial. Até o momento, os relatos enfatizam a indignação com a rapidez dos danos em uma obra nova. A estrutura foi apresentada como um marco na educação profissional da região, contando com 12 salas de aula, biblioteca, auditório e anfiteatro.
O incidente na obra não foi o único assunto do dia. Alunos e professores do Colégio Estadual Olavo Bilac foram surpreendidos com a notícia de que seriam remanejados para o CEEP o que causou polêmica, indignação e revolta. O remanejamento de cerca de 300 alunos anunciados no último dia 4 pegou todos de surpresa. Educadores e pais relataram que não houve comunicação prévia sobre a transferência. Muitos professores já estavam com o planejamento pronto para o início das aulas no Olavo Bilac.
Nas redes sociais as opiniões se dividem: "É simples gente! Ensino médio normal colégio Olavo Bilac. Ensino técnico no novo colégio", defende uma cidadã. Já outra comentou: "Inauguração de um novo espaço em ano de eleições, porém sem profissionais para ministrar os cursos ofertados, sem alunos, sem organização e ainda querem tampar o sol com a peneira empurrando os alunos sem aviso ou consulta. Resumindo, obra em ano político para grego ver"!
Já um outro questiona: "Falta de planejamento? Implica em muitas situações, deve ter um tempo para organizar. Ruim para os alunos e os profissionais". E tem mais: "Remanejados para o grande "Elefante Branco" que já está desabando na primeira chuva, me poupe, isso é uma falta de ética e consideração com alunos e professores que nem podem se programar".
"Falta de consideração com os professores pais de alunos e com os alunos ... Remanejar os alunos véspera de volta às aulas e aqueles que moram longe que não tem transporte para ir como vai ficar essa situação isso é um absurdo falta de respeito!"
O Núcleo Regional de Educação (NRE) de Londrina, que coordena a rede estadual em Ibiporã, não se manifestou a respeito e limita-se a informar apenas que mantém uma posição focada no georreferenciamento e na otimização de recursos para o ano letivo de 2026.

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