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Terça-feira, 07 de Julho de 2026
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Polícia Federal faz operação contra fabricação clandestina de ração e produtos terapêuticos para animais

Segundo a corporação, há indícios de que as empresas eram "de fachada". g1 tenta identificar defesas dos suspeitos.

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Polícia Federal faz operação contra fabricação clandestina de ração e produtos terapêuticos para animais
Divulgação/Policia Federal: Laboratório clandestino para fabricação de ração animal
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     A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (27) uma operação contra a fabricação clandestina de ração e produtos terapêuticos para animais em Arapongas, no norte do Paraná. Segundo a corporação, investigações apontaram que duas empresas da cidade estavam fabricando e comercializando suplementos alimentícios e produtos terapêuticos para animais, especialmente bovinos, sem o registro necessário perante o Ministério da Agricultura (Mapa). 

   "Para simular a regularidade da produção, as empresas utilizaram selos de registro falsos, supostamente emitidos pelo Mapa, e comercializavam os produtos principalmente por meio da internet, diretamente aos produtores rurais. Ambas as empresas estão sediadas formalmente em endereços residenciais, havendo indícios de que sejam empresas de fachada. Também há indícios de que os insumos utilizados na fabricação dos produtos sejam de origem estrangeira, importados clandestinamente", aponta a PF.

   A operação, chamada de "Ronda Agro", está sendo feita em conjunto com o Ministério da Agricultura e visa cumprir três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal. Segundo a PF, durante as buscas foram encontrados insumos para a fabricação dos produtos, bem como equipamentos utilizados no processo de produção e embalagens com selos falsos do Ministério da Agricultura. "Os investigados poderão responder pela prática, em tese, dos crimes de falsificação ou adulteração de produtos alimentícios ou medicinais e de falsificação de selo ou sinal público, cujas penas máximas, somadas, podem chegar a 29 anos de prisão", destaca a corporação.    Os nomes dos suspeitos não foram revelados. A reportagem tenta identificar as defesas deles. 

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FONTE/CRÉDITOS: g1PR/Folha Portal
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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