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Quinta-feira, 25 de Junho de 2026
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Criança desaparecida há seis dias é encontrada morta em margem do Rio Tibagí

Bombeiros indicam ponto do rio onde corpo de menino de 2 anos foi encontrado, ontem por volta de meio dia

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Criança desaparecida há seis dias é encontrada morta em margem do Rio Tibagí
📸Thaís Ludescher/RPC/Corpo da crianca passará por exame de necropsia
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     Bombeiros encontraram no início da tarde de ontem, o corpo do menino de 2 anos, Arthur da Rosa Carneiro, de 2 anos. O corpo estava à beira do Rio Tibagi, na cidade de mesmo nome dos Campos Gerais do Paraná. No início da tarde, eles receberam a notícia de que a criança havia sido encontrada morta. Em entrevista à Reportagem da RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, Lucas Henrique da Silva Carneiro, que é tio de Arthur, conta que tem sido um momento difícil para a família.

   "Foi uma coisa horrível, a pior coisa do mundo. Não sei como vou continuar vivendo com isso. Estávamos procurando por ele na beira de rio, mas a gente não encontrava em lugar nenhum. [...] Agora é tentar se conformar de alguma forma", disse o tio, emocionado. O corpo de Arthur foi encontrado por um morador da região na margem do rio. Ele estava desaparecido desde quinta-feira (9), quando sumiu de dentro de casa durante a manhã. De tarde, uma mamadeira dele foi encontrada no rio, a cerca de 500 metros da casa da família, e desde então buscas foram feitas por toda a região, em terra e água.

   Corpo da criança foi encontrado a aproximadamente 80 metros do ponto onde havia sido localizada a mamadeira dela.   "No momento da localização, foi constatado que as condições do corpo não permitiam uma avaliação detalhada, ficando a cargo da Polícia Civil e da Polícia Científica a continuidade dos trabalhos de perícia e investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido", informa a PM.

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   O corpo de Arthur da Rosa Carneiro foi encaminhado à unidade de execução técnico-científica (antigo IML) da Polícia Científica de Ponta Grossa, onde passará por exame de necropsia. Até a publicação desta reportagem, não havia sido informado se o corpo do menino tinha, ou não, marcas de violência.   A Polícia Civil está investigando o caso e não informou quais são as suspeitas em relação ao que aconteceu com o menino. Nesta segunda (13), o delegado Guilherme Barbosa de Lima havia dito que não descartava nenhuma hipótese.

   A principal dúvida levantada acerca do caso é se o menino foi vítima de algum crime, ou se saiu sozinho da residência e se afogou no Rio Tibagi.  Familiares contaram que começaram a procurar pelo menino logo após perceberem que ele não estava em nenhum local da casa, na manhã de quinta-feira (9). "O desaparecimento foi notado pela responsável após a criança não ser mais vista dentro da residência. Imediatamente, familiares e vizinhos iniciaram as buscas nas proximidades, enquanto o Corpo de Bombeiros acionou as forças de segurança e apoio do município", relata a Polícia Militar (PM).

   Em nota divulgada nesta segunda-feira (13), o delegado Guilherme Barbosa de Lima, responsável pelo caso, informou que a polícia ouviu familiares, vizinhos e outras testemunhas, e que alguns "vestígios biológicos" tinham sido encontrados e enviados para análise, para confirmar se são, ou não, do pequeno Arthur. A equipe de investigação também busca analisar imagens de câmeras de segurança da região, e conta com o apoio de um setor especializado em casos do gênero – o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride).

   As buscas – que duraram 6 dias – foram realizadas pela Polícia Militar (PM-PR), Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Polícia Civil (PC-PR), Polícia Científica, Conselho Tutelar, Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e voluntários. Além disso, também foi emitido um Amber Alert – sistema de alerta em redes sociais, estabelecido nos Estados Unidos, que notifica usuários. O sistema auxilia na divulgação de informações sobre crianças desaparecidas e é fruto de uma parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a empresa de tecnologia Meta – dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/g1PR
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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