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Quarta-feira, 20 de Maio de 2026
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Brasil despacha o México e aguarda adversário da final em Tókio

Goleiro defende primeira cobrança, vê bola na trave e quatro penalidades convertidas da seleção que decide o ouro

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Brasil despacha o México e aguarda adversário da final em Tókio
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Brasil despacha o México e aguarda adversário da final em Tókio

Goleiro defende primeira cobrança, vê bola na trave e quatro penalidades convertidas da seleção que decide o ouro

     Que Ochoa que nada! O Brasil tem Santos e vai para a final. O goleiro do Athletico-PR defendeu a primeira cobrança na disputa de pênaltis e ajudou o Brasil a passar pelo México nas penalidades por 4 a 1. No tempo regulamentar e na prorrogação, empate por 0 a 0 de raras emoções, poucas chances de gol, muitas faltas e 10 cartões amarelos. Nas penalidades máximas, converteram Daniel Alves, Martinelli, Bruno Guimarães e Reinier. Os mexicanos Eduardo Aguirre - em defesa de Santos - e Vazquez - trave - desperdiçaram. Rodriguez marcou.

  • Japão ou Espanha

    O sonho do bicampeonato olímpico continua. O Brasil espera o vencedor de Japão x Espanha. A finalíssima está marcada para sábado que vem, às 8h30 (de Brasília), em Yokohama. TV Globo, SporTV e ge transmitem ao vivo, com Tempo Real no site. Os mexicanos vão tentar a segunda medalha olímpica no futebol masculino na disputa do bronze, marcada para sexta-feira, às 8h (de Brasília), contra o derrotado no duelo entre japoneses e espanhóis.

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  • Primeiro tempo

    Com Paulinho na vaga de Matheus Cunha, que não se recuperou para a partida, a seleção brasileira modificou um pouco o estilo de jogo. Manteve a pressão no campo de defesa do México e conseguiu boas oportunidades até metade da primeira etapa. A melhor delas em ótima jogada criada de uma ponta à outra até o corta-luz de Claudinho para Guilherme Arana dominar e chutar para defesa de Ochoa. O goleiro mexicano ainda defenderia cobrança de falta de Daniel Alves e chute de Antony. Sem muita saída, o México encontrou espaços nos erros do Brasil nos minutos finais e por pouco não abriu o placar. Num lance com Romo e outro, dentro da área, de Antuna, em rápido contra-ataque - após erro de Claudinho no meio.

    Segundo tempo

    A cabeçada de Richarlison na trave aos 36 minutos do segundo tempo salvou uma segunda etapa de pouca criação e muita confusão. Foram cinco cartões amarelos e quase nada de finalizações. Cesar Montes também ameaçou em tentativa de cabeça perto do fim da partida. Jardine tentou mexer na equipe, com Martinelli (saiu Paulinho) e Reinier (saiu Claudinho), mas os mexicanos se defendiam bem e o nervosismo dos brasileiros já era latente com o empate sem gols.

    Prorrogação

    Malcom substituiu Antony no início da prorrogação, depois Matheus Henrique entrou no lugar de Douglas Luiz. Mas o Brasil só ameaçou em chute de fora da área de Arana. A partida se arrastou no tempo extra, sem oportunidades das duas equipes, embora fosse a seleção brasileira quem tomava a iniciativa do jogo.

    Recordista olímpico

    A seleção brasileira masculina de futebol chega à terceira final olímpica seguida e se isola como maior medalhista olímpico da modalidade, com a garantia do sétimo pódio na história. Foi ouro em 2016, prata em 1984, 1988 e 2012 e bronze em 1996 e 2008.

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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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