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Domingo, 2 de Junho de 2024
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Prá que duas, se uma palavra basta!

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
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Caros leitores e eleitores cada vez mais caros. Você já parou para pensar qual ´pe a diferença entre a política e a politicagem?
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A falta de compreensão dessa diferença é que tem definido a postura da maioria dos eleitores não só em Ibiporã, como no país inteiro.
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Uma postura confusa e de escolhas equivocadas e maléficas no contexto geral que se descobre a medida que os dias passam.
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Enão me venham com esta conversa de que a escolha foi da maioria, porque não foi.
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Votos contrários, brancos e nulos, foram a maioria.
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Os eleitores tendenciosos e os candidatos interesseiros que são eleitos é que formam a politicagem que presenciamos neste país.
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Examinaremos a grande diferença entre a política e a politicagem.
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A palavra política vem da língua grega e significa “o governo da cidade”. 
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Ela tem a ver com “boas maneiras, urbanidade, cavalheirismo, polidez, gentileza, civilidade, benevolência, humildade, acolhimento… ”
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É o compromisso com a governabilidade e com a gestão eficiente, eficaz, apaixonada e zelosa da cidade. 
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O político autêntico, por vocação e não por vacação, é uma pessoa comprometida com a excelência em governar uma cidade ou legislar com justiça. 
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O político é alguém que está engajado na construção de um projeto e não simplesmente de um movimento de governo que visa perpetuar-se no poder pelo poder. 
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Ele está interessado no bem de sua cidade, bem como contribuir de forma decisiva para o fortalecimento das instituições do Estado brasileiro. O político é um servo do povo e para o povo. 
O seu poder emana do povo para servir o povo com equidade, compromisso, amor, empatia, simpatia, respeito e competência. 
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Ele não tem interesses próprios, mas trabalha fielmente para os interesses dos seus eleitores sempre obedecendo as Leis. 
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Tudo que é possível fazer para facilitar a vida dos cidadãos é do âmbito do político vocacionado para o cargo eletivo ou indicado para um cargo público com base na meritocracia ou na letra da Lei.
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O político não procura cargos, mas cargas. É uma pessoa comprometida com o trabalho de melhorar a qualidade de vida da população. 
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Ele busca se aprofundar em sua função delegada pelo voto. 
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O político vocacionado é uma pessoa estudiosa, aplicada, disciplinada e determinada nas suas atribuições definidas em lei. 
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Ele veste a camisa do serviço abnegado para beneficiar o cidadão que paga os impostos. 
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O homem público é trabalhador e responsável. Tem consciência da envergadura da missão que recebeu dos eleitores.
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Agora vamos a politicagem, palavra a qual, muitos aqui entendem bem!
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A politicagem é uma deformação da política e quer dizer: “corporativismo, espírito de classe, fisiologismo, rabo preso; filosofia sectária, mercantil; mercantilismo, partidarismo, comprometimento, unilateralidade, política de campanário, politiquice, venalidade, chicana, nepotismo, favoritismo, parcialidade, suspeição, sutileza, astúcia, artimanha, desvario, extravagância, desatino, facciosismo, má fé, fanatismo, corrupção, suborno e tráfico de influência”. 
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Estes significados traduzem muito bem a grande maioria que está na gestão pública ou em cargos eletivos. 
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Retrata também tudo o que já vimos e ainda estamos para ver acontecer em Ibiporã desde a eleição para cá.
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Poderia se dizer o contrário, mas não seria real ou verdadeiro. A politicagem anda solta como um vírus em todo o corpo do político não vacinado com “A vergonha na cara”.
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Nossas instituições infelizmente, estão cheias de gente politiqueira. Essa gente está preocupada em levar os cargos na maciota. 
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São conchavos, acordos escusos e trairagem em troca de quisá, falsas promessas. Falácias do poder!
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O politiqueiro, o que pratica a politicagem, está interessado em favorecer a si, sua família e seus apadrinhados e, se duvidar, até seus pets. 
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Ele não está preocupado com a meritocracia, mas com os seus interesses meramente pessoais. 
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Quando se fala em político, a lembrança é de egoísmo, egolatria, incompetência, maldade, fisiologismo e alto interesse em benefício próprio. 
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Geralmente o politiqueiro é reacionário. Ele não tem princípios, mas principado. 
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Não tem personalidade, pois nem sempre faz o que o partido manda. 
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O politiqueiro não tem coerência. É triste sustentar politiqueiro. Ele custa muito caro aos cidadãos que pagam pesados impostos. 
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Alguns partidos e politiqueiros são ineficientes, perdulários, irresponsáveis com o dinheiro público. Ganham muito para nada fazerem. 
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É muito triste e pesado lidar com politiqueiro. Ele sé aparece de quatro em quatro anos. 
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Muitos políticos se elegem pela compra de votos. No exercício dos cargos, geralmente não fazem a devida e real prestação de contas.
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Fazem caixa dois, ocultam os gastos e o que declaram é uma mentira muitas vezes ignoradas irresponsavelmente até pela legislação.
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Os que praticam a politicagem gostam de de fazer média. Parecem amigos, mas não são. 
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Os politiqueiros utilizam todos os meios para impressionarem os incautos. 
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Poucos são massa crítica. Infelizmente, a maioria não sabe votar, não sabe exercer a cidadania responsável. 
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Vendem o voto, a moral e a vergonha na cara.
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Os politiqueiros se elegem por causa dos cidadãos irresponsáveis e imaturos, que não pensam e que não têm discernimento. 
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No ambiente da politicagem muitos se candidatam para elegerem os mais conhecidos e, assim, conseguirem uma boquinha com os que foram eleitos. 
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É a politicagem do apadrinhamento da troca. Vote para mudar uma Lei e ganhas apoio e quem sabe um terreno.
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Uma das cenas mais dantescas é o programa eleitoral nos meios de comunicação de massa. É sofrível ver. 
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Na verdade, causa asco, nojo. Podemos perceber claramente que na politicagem a pessoa se candidata a um emprego e não a uma vocação, a uma missão ou a um compromisso inadiável e inalienável com o povo. 
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Na primeira oportunidade que tem, revela-se de caráter duvidoso, de falta de respeito ao eleitor e de desrespeito as Leis.
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Os salários e os benefícios são atraentes. Na politicagem, emprega-se os familiares e agregados.
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É mulher, é cunhados, é sobrinhos, filhos e vai por aí afora!
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Nesse tempo tão tumultuado, quando passamos por uma crise profunda, precisamos dizer não, definitivamente não, à politicagem. 
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Precisamos de políticos de caráter. É necessário dizer sim à política séria, comprometida com a verdade, com a integridade, com a governabilidade e com o bem-estar do povo. 
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A política está à serviço da justiça social, distribuição de renda, saúde de qualidade, segurança eficaz e eficiente, educação de excelência e uma consciência profunda de igualdade e fraternidade.
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A nossa cidade não avançará enquanto houver politicagem, isto é, nepotismo, corrupção e os outros desmandos. 
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Precisamos eliminar no voto os maus políticos, e os que praticam a politicagem. 
Certos de que os partidos não mais servirão de cabides de emprego e sim formadores de cidadania e desenvolvimento sustentável. 
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Que Deus nos livre dos politiqueiros e nos dê políticos que amem Ibiporã, mas, acima de tudo, amem a Deus, e respeitem seus eleitores.
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Até porque ser e agir politicamente não se restringe ao voto ou a participar de estruturas partidárias e governamentais. 
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Entender e se apoderar dos mecanismos políticos e institucionais do país é necessário para usá-los a nosso favor. 
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Atuarmos mais ativamente da vida social, sendo protagonistas em relação aos próprios direitos da nossa comunidade, significa fazer política, compreendendo os problemas que nos afetam direta e indiretamente, seja no âmbito pessoal, coletivo ou institucional. 
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Somos todos seres políticos, todas as nossas ações são políticas. 
Cada vez que um direito coletivo ou individual é violado e não garantido, temos a obrigação de atuar no cumprimento deste, para a defesa e justiça em um mundo que é comum a todos, caso contrário, a injustiça sempre prevalecerá.
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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