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Quarta-feira, 29 de Abril de 2026
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Segurança

Feirantes e clientes continuam refém de flanelinhas na Souza Naves

Problema de anos foi levado ao conhecimento do presidente do ex-Conseg, Pastor José Vilande Neto

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Feirantes e clientes continuam refém de flanelinhas na Souza Naves
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Ex-presidente do Conseg, promete levar o caso ao Comandante da Policia Militar em Ibiporã, 1°- Tenente Glauco Andrade

O problema dos guardadores de carros ou “flanelinhas” em Ibiporã, é recorrente. Isso todo mundo sabe. Nem mesmo com a implantação do estacionamento rotativo, a profissão de “guardadores de carros”, continua. Especialmente nos finais de semana, quando a “Zona Azul” não funciona.
O domingo nas imediações da feira livre na avenida Souza Naves é uma festa. Acontece de tudo. Até homicídio já ocorreu e, até hoje não se vê nenhuma mobilização de membros do Conselho Municipal de Segurança para ao menos propor alguma solução para mudar este quadro. 
 São seguidas as reclamações de cidadãos que são “acharcados” quando não por maiores, agora também por menores que passaram a “assumir” parte do negócio. Os feirantes testemunham fatos desagradáveis mas não denunciam por temerem retaliações, os clientes que vão a feira de carro sentem-se impotentes ao serem coagidos a contribuir. Enfim é um problema ainda não resolvido. Segundo um feirante, não bastasse só a intervenção dos menores, é flagrante o uso de bebida alcoólica pelos menores. 
“O prefeito deveria focar mais nas ruas, nas verdadeiras realidades sociais que o município se encontra ao invés de querer mudar a Lei para beneficiar quem não têm  formação específica para tal”, diz um dos comerciantes.
A discussão tem caminhado ao longo dos dias e praticamente não divide opiniões. Ou seja, na sociedade a maioria defende a manutenção do texto da Lei, exigindo formação acadêmica para ocupação do cargo de Secretário de Assistência Social. Se bem que tal questão é mais voltada a segurança pública do que assistencial. Fiscalizar da ação dos guardadores ilegais, deve ser responsabilidade da Policia Militar já que é visível a pratica de crime de extorsão. O comerciante, Júlio Cesar Fôlego, cuja família há anos sobrevivem do trabalho árduo que a “feira” impõe, como madrugar, carregar pesos, e enfrentar toda a espécie de infortúnios, encontrou-se hoje com o Pastor José Vilande Neto proponente ao cargo de Assistente Social no Município. O assunto em pauta foi justamente sobre os flanelinhas. Vilande que é ex-presidente  do Conselho de Segurança teria se comprometido a conversar pessoalmente com o delegado Victor Dutra e o 1º tenente Glauco Andrade de Oliveira, responsável pelo Pelotão da Policia Militar em Ibiporã.
“Sendo nomeado ou não, após a votação vou dar uma atenção toda especial para todos os feirantes”, teria dito. Há anos, esta é a primeira vez que temos notícia de que os feirantes e comerciantes adjacentes receberão atenção nesta questão. Já um começo! Isto não parece ser um caso para a Assistência Social, mas caso de polícia.

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Ely Damasceno

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Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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