A grande final do futsal amador de Ibiporã realizada na última sexta-feira, no Ginásio de Esportes Munhecão, deixou uma lição que vai muito além das quatro linhas; dinheiro pode montar um elenco recheado de estrelas, mas não compra entrosamento, raça, vontade e espírito de equipe!
De um lado, o São Rafael/Dinastia, com um elenco tão numeroso e qualificado que aparentava praticamente ter três times no banco de reservas. Nomes como Bimbo (jogador do campeonato paranense), Leo Kendense, João Nascimento e Messias, dentre outros, e outras opções de peso que sequer tiveram a oportunidade de entrar em quadra.
Do outro lado, a equipe do Atitude/Amigos do Cidão que apostou na manutenção de uma base forte, na confiança entre seus jogadores e, principalmente, na força de um grupo que sabe o que significa vestir a mesma camisa e lutar pelo mesmo objetivo.
E foi dentro de quadra que a diferença apareceu. Rossato demonstrou que sua qualidade e personalidade nos momentos decisivos, Éric o goleiro, foi fundamental, transmitindo segurança e mostrando que uma grande equipe também começa com alguém que sabe defender sua meta.
E o que dizer de Nanico? Simplesmente uma peça fundamental nessa conquista!
Jogou com personalidade, inteligência e muita disposição. Nanico literalmente dançou durante toda a partida dentro da quadra, mostrando que talento, confiança e futebol não dependem de cifras.

A vitória do Atitude/Amigos do Cidão pelo placar de 4X2 conquistando o título não diminui a qualidade dos jogadores do São Rafael/Dinastia mas deixa uma reflexão importante para o futebol amador: não basta ter os melhores nomes no papel. É preciso construir o melhor time dentro de quadra!
Porque futebol não se ganha com o número de jogadores no banco, nem com dinheiro investido. Ganha-se com organização, comprometimento, união entre jogadores e que entendam o verdadeiro significado de jogar em equipe.
Uma equipe dispunha de quantidade e a outra, mostrou identidade!


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