A captação de água do Ribeirão Jacutinga em Ibiporã, no Paraná, recebeu na última quinta-feira (26) a troca e acionamento de três novas bombas, que vão reduzir o gasto energético da operação no local em cerca de 25%. A medida é considerada um avanço no projeto de modernização do do sistema, que vai proporcionar mais segurança hídrica no município.
Os novos equipamentos substituem o antigo que foi inaugurado em 1996, com vazão para 170 litros por segundo. Operam simultaneamente duas bombas, e a outra funciona como reserva estratégica, sendo que cada uma delas tem vazão de 85 litros por segundo. Uma operação com três equipes especializadas foi necessário para o trabalho que iniciou às 5h00, e foi concluída às 17h00, quando o sistema voltou a distribuir água gradativcamente.
A diretora -presidente da autarquia, Mari de Sá, explica que a troca faz parte da série de reformas. “A mudança vai resultar em eficiência operacional e energética, reduzir custos com manutenção e garantir mais segurança hídrica. Com equipamentos novos, conseguimos ter mais confiabilidade e menos problemas técnicos. O prédio já passou também pela reforma civil e está em andamento o desassoreamento da lagoa de captação", pontuou.
Investimentos estruturais
De acordo com o diretor de saneamento, Dicesar Alves, durante a troca, “Houve a montagem hidráulica, os testes elétricos e o comissionamento dos conjuntos motobomba. Cada serviço contou com uma equipe especializada em ação”, destacou. O Ribeirão Jacutinga representa 67% do fornecimento de água de Ibiporã e atua em conjunto com o Aquífero Guarani, com 33% da capacidade.
Os investimentos na modernização da captação do Ribeirão somam R$ 4,5 milhões, incluindo a reforma civil completa do prédio, com modernização de sistema de içamento, novo barrilete de sucção, comissionamento das bombas, adequação da estrutura do prédio, o serviço especializado da troca e acionamento dos equipamentos, além das bombas (uma quarta também para reserva, ainda não instalada), e aquisição e instalação de novos equipamentos elétricos. A troca das bombas vai reduzir o gasto energético nesse sistema em R$ 20%.

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