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Quarta-feira, 17 de Junho de 2026
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Reparo em adutora do Samae rompida durante temporais será concluído em Janeiro de 2026

O problema causou interrupções ou redução no fornecimento de água em toda a cidade.

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Reparo em adutora do Samae rompida durante temporais será concluído em Janeiro de 2026
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    A adutora que leva água do Aquífero Guarani à Estação de Tratamento de Ibiporã que se rompeu no domingo (2), de novembro após as fortes chuvas que atingiram a região, exigiu do Samae medidas emergenciais para evitar problemas mais graves, além das interrupções e a redução no fornecimento de água em toda a cidade.

Não obstante os esforços das equipes, a gravidade dos danos exigiu do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto, após avaliar os danos, contratar empresa de engenharia especializada para realizar os reparos da rede adutora no Aquífero Guarani. Durante este período em que eram realizadas a recuperação da adutora, medidas como orientação aos moradores para economizarem água e de racionamento foram necessárias.

Na dispensa de licitação, o Samae contratou a MJB Engenharia para a obra de readequação do traçado da rede adutora iniciada no dia 15 de dezembro. O projeto contempla cerca de 150 metros de desvio da tubulação e foi planejado para garantir mais segurança, principalmente em períodos de chuvas torrenciais. A rede adutora atravessa o curso do córrego da Forquilha, que recebe a maior contribuição de drenagem do município.

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  "Em caso de chuvas fortes, o nível do córrego chega a subir e pode causar danos no funcionamento da adutora", informou a autarquia que elaborou um projeto definitivo para garantir a segurança da estrutura e a continuidade do abastecimento de água à população. 

Foto: Luanny Cristiny Brito Siqueira

"O projeto foi estruturado em três etapas. Inicialmente, foi realizado o reparo da tubulação em função de um rompimento ocorrido em novembro deste ano, seguido da instalação de blocos de contenção na margem do córrego. Essas medidas emergenciais promoveram a estabilização imediata do local.  Com a construção, pelo município, de um aterro sobre o córrego da Forquilha, logo abaixo da travessia, tornou-se possível projetar o desvio da adutora por dentro da barragem. A nova solução prevê a tubulação aterrada, o que aumenta a segurança da estrutura e impede que o mesmo tipo de ocorrência volte a acontecer", informou a assessoria de imprensa do Samae.

  A obra representa um investimento de R$ 785.100,00 (setecentos e oitenta e cinco mil, cem reais) no contrato, com vigência máxima de um ano a partir da assinatura firmado por dispensa de licitação devido à natureza emergencial dos reparos. A nova rede utiliza tubulação de ferro dúctil de 500 mm, compatível com o sistema existente, além de serviço especializado para instalação. A previsão de término da obra é para janeiro de 2026.

FONTE/CRÉDITOS: Maria Eduarda Paloco /Asimp
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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