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Polícia Federal cumpre mandados em Ibiporã em ação contra o contrabando de eletrônicos

Além de Ibiporã, mandados foram cumpridos em Guaíra: organização teria movimentado mais de 23 milhões de reais

Polícia Federal cumpre mandados em Ibiporã em ação contra o contrabando de eletrônicos
© Divulgação Polícia Federal/Comunicação Social da Polícia Federal/Ministério Público do Paraná
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Polícia Federal cumpre mandados em Ibiporã em ação contra o contrabando de eletrônicos

Além de Ibiporã, mandados foram cumpridos em Guaíra: organização teria movimentado mais de 23 milhões de reais

Cerca de 40 policiais federais estão nas ruas cumprindo ordens judiciais em Guaíra e Ibiporã. Foram expedidos sete mandados de busca e apreensão, além de ordens para o bloqueio de contas bancárias usadas pelos investigados e sequestro de imóveis, veículos e empresas.

A investigação foi iniciada em 2018 e tinha por objetivo apurar a ocorrência de possíveis crimes de descaminho e lavagem de dinheiro praticados por um grupo criminoso estabelecido em Guaíra.

De acordo com a apuração, a organização criminosa tinha como principal atividade a importação irregular de eletrônicos de alto valor do Paraguai e a lavagem de dinheiro mediante estabelecimentos comerciais de fachada, que eram utilizados para dar aparência de legalidade às atividades ilícitas.


© Divulgação Polícia Federal

No curso da investigação, a PF realizou inúmeras apreensões de produtos eletrônicos de alto valor agregado. Também foi apurado que os integrantes da organização movimentaram, entre os anos de 2013 e 2017, cerca de R$ 23 milhões.

A operação foi batizada de “Black Market” em alusão ao mercado clandestino utilizado pelos integrantes da organização criminosa para a distribuição das mercadorias introduzidas ilegalmente no Brasil a partir da fronteira com o Paraguai.

GAECO Cumpre mandados de prisão busca e apreensão contra ex-delegado

O Ministério Público do Paraná, por meio do núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Corregedoria da Polícia Civil, cumpriu ontem, mandado de prisão contra um ex-delegado de polícia civil e três mandados de busca e apreensão no âmbito de investigação voltada ao combate à exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro em Arapongas, no Norte-Central do estado.
As ordens judiciais, expedidas pela 1ª Vara Criminal de Arapongas, são complementares à fase anterior da apuração, ocorrida no dia 5 de agosto. Na ocasião, após o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-delegado, verificou-se que ele teria ocultado provas e retirado diversos elementos probatórios do apartamento em que residia em Arapongas. 

Parte do material teria sido depositada em um veículo deixado em uma oficina mecânica na mesma cidade, sendo posteriormente localizado e apreendido pela equipe do Gaeco. Para ocultar as provas, o ex-delegado teria contado com o auxílio de sua esposa e de um sócio, também ex-policial (contra eles, a justiça também determinou a imposição de medida cautelar proibindo-os de manterem contato entre si e com os demais investigados e testemunhas). Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em duas residências e um escritório (os três endereços em Arapongas). 
Operação Arapongas – A investigação, deflagrada em setembro de 2020, apura o funcionamento de um possível esquema de corrupção de policiais na 22ª Subdivisão Policial de Arapongas, que supostamente receberiam propinas mensais para não atuarem no combate ao jogo do bicho na cidade. Em sua comunicação, o grupo denominava a propina como “costuras, blusas ou encomendas”, e o bicheiro era chamado de “costureira”. Além disso, os policiais investigados teriam fornecido informações sigilosas para o grupo criminoso.

 

 

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