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Folha Regional Online

Segunda-feira, 08 de Dezembro de 2025

Local

Ministério Público abriu procedimento para Investigar prática de ilícitos no autódromo de Londrina

A denúncia aponta que no local ocorre sexo explícito, venda e consumo de drogas envolvendo menores de idade

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Ministério Público abriu procedimento para Investigar prática de ilícitos no autódromo de Londrina
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    O Autódromo de Londrina é um espaço dedicado ao automobilismo e motociclismo, com eventos oficiais e organizados, e não um local para atividades ilegais que estariam ocorrendo em sua área de estacionamento com grupo de jovens exibicionistas, homens e mulheres pilotando motos com manobras irresponsáveis, individuais ou em pares, colocando em risco inclusive que participa apenas para assistir. O local  não é palco de atividades ilegais envolvendo carros e motos mas segundo uma denúncia chegada ao Ministério Público de Londrina tem ocorrido com frequência envolvendo jovens não só de Londrina mas de cidades vizinhas como Ibiporã, Cambé e Jataizinho.

   O local também tem sido palco de acidentes graves envolvendo estes jovens que se utilizam do local não só para seus atos irresponsáveis de exibicionismo como pilotar empinando a moto, praticar malabarismo e outras infrações enquadradas no artigo do Código de Trânsito Brasileiro . O chamado "grau" é considerado uma infração gravíssima e gera a perda de sete pontos na carteira além de multa de R$ 294 reais e suspensão do direito de pilotar.

  Não bastasse este dilema acompanhado de algazarra, estouro de escapamentos, motos com escapamentos aberto e, algumas em situações irregulares conhecidas como "cabrito", onde caberia as autoridades de trânsito coibir estas ações em local público, tais reclamações parecem não surtir efeito o que levou uma residente próximo ao Autódromo encaminhar denúncia ao Ministério Público informando e pedindo providências para uma situação ainda mais grave. 

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   Segundo o e-mail da parte de K.P.35, enviado à Promotora Fabiana Pimenta Soares, no local em frente ao estacionamento do autódromo, na avenida Henrique Mansano existe uma "petiscaria" onde ocorre o ponto de encontro destes grupos.  Ali frequentam inclusive menores de idade que consomem bebidas alcoólicas e depois vão para o outro lado da rua. E, no estacionamento do autódromo se aglomeram, onde encontra-se cardápio do tráfico com opções de drogas a venda, além do consumo no local.  Segundo a denúncia, no local além de drogas, usuários homens e mulheres inclusive os (as) menores acabam praticando sexo explícito em pleno estacionamento.

    Diante da denúncia a Promotora Fabiana Pimenta Soares, instaurou na última sexta-feira, Procedimento Administrativo nº MPPR-0078.25.001570-4, 04/07/2025 com a finalidade de apurar o conteúdo da denúncia iniciando uma investigação para apurar possíveis responsáveis, irregularidades ou infrações que afetem a sociedade no uso indevido do patrimônio público, no caso o autódromo. Esse procedimento serve como um instrumento para coletar informações, buscar provas, analisar a situação e determinar as medidas cabíveis, que podem incluir ações judiciais ou extrajudiciais.

    Neste procedimento, a promotoria busca informações relevantes sobre o caso, podendo requisitar imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos, realizar perícias, ouvir testemunhas e outras partes interessadas. Com base nas informações coletadas, a promotoria avalia a situação, analisa a ocorrência de irregularidades e identifica os responsáveis. Dependendo da gravidade a promotoria pode decidir por recomendação ao município de Londrina, responsável pela área do autódromo, para que fiscalize, corrija a situação ou adote medidas preventivas. A não providência pode acarretar até em Ajuizamento de ações civis ou criminais para buscar responsabilização de infratores e outras medidas. 

PROMOTORIA DE MEIO AMBIENTE

   A promotora de Justiça, Révia Aparecida Peixoto de Paula Lima, também instaurou - Procedimento Administrativo nº MPPR-0078.25.003198-2, na segunda-feira, dia 07 para acompanhar o cumprimento da legislação referente à competência da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU) no que se refere ao bem-estar animal.

   A medida se deu após denúncia da advogada Gislene Croti que protocolou a suposta situação de maus-tratos envolvendo aproximadamente 10 (dez) gatos castrados que se encontram nas proximidades do bazar e da cozinha do CEI Anália Franco, localizado na Rua Anália Franco, nº 33, Bairro Aeroporto, na cidade de Londrina.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/MPPR
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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