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Folha Regional Online

Quarta-feira, 29 de Maio de 2024

Londrina

Mara Boca Aberta pode assumir como Deputada Federal pelo Paraná já em julho

O titular da cadeira, deputado Toninho Wandscheer, do PROS-PR terá julgamento de recurso em dois meses

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Mara Boca Aberta pode assumir como Deputada Federal pelo Paraná já em julho
Arquivo/Folha
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     A compra de votos e a utilização indevida de recursos públicos e funcionários para fins eleitorais são condutas inaceitáveis e repugnantes, que minam a integridade do sistema político e a confiança dos cidadãos.  Diante da a necessidade de uma fiscalização rigorosa e de mecanismos efetivos para prevenir e punir este tipo de prática na política, a vereadora de Londrina, Marli de Fátima Ribeiro, mais conhecida como Mara Boca Aberta (Solidariedade), impetrou em 02 de fevereiro de 2024 um Recurso Ordinário junto ao Ministério Público Federal em Brasília requerendo que as ações (AIJE - Ação de Investigação Judicial Eleitoral) e (AIME - Ação de Investigação Judicial Eleitoral) contra o deputado federal Toninho Wandscheer (PROS) tenham a responsabilidade conduzida pelo órgão assegurando a regularidade do rito processual.  Ele é acusado de abuso do poder econômico e teria gasto mais de R$ 2 milhões de reais somente com a contratação de cabos eleitorais e mais de R$ 3 milhões na campanha toda. 

    Mara Boca Aberta é diretamente a primeira suplente de Wandscheer que desde junho do ano passado enfrenta na justiça graves acusações que podem resultar em sua cassação por compra de votos. De acordo com informações contidas no recurso e das mesmas obtidas durante as investigações, Wandscheer teria contratado de forma irregular diversos funcionários públicos, incluindo vereadores, inclusive, prefeitos, secretários municipais e assessores comissionados, para atuarem como cabos eleitorais em sua campanha, inclusive com contrato o que é expressamente vedado proibido pela lei eleitoral.

   Além dos gastos excessivos com cabos eleitorais utilizando recursos do Fundo Eleitoral, como reportado no processo, surgiram indícios de que Toninho Wandscheer teria se envolvido em uma clara ação de compra de votos de forma criminosa. A contratação de funcionários públicos para atuarem em campanhas eleitorais é uma prática ilegal e fere os princípios da imparcialidade e isonomia no processo democrático.

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    Segundo relatos de testemunhas e evidências coletadas, o deputado teria contratado de forma indevidas a esses funcionários públicos em troca de apoio e influência na conquista de votos. Essa ação sistemática visava ampliar o alcance de sua campanha e obter uma vantagem injusta sobre seus concorrentes.

As autoridades responsáveis pela investigação analisaram minuciosamente as provas e depoimentos apresentados, as irregularidades na contratação de funcionários públicos podem agravar ainda mais a situação de Toninho Wandscheer perante a Justiça Eleitoral que deverá julgar o caso dentro de dois meses.

    "A compra de votos e a utilização indevida de recursos públicos e funcionários para fins eleitorais são condutas inaceitáveis e repugnantes, que minam a integridade do sistema político e a confiança dos cidadãos. As denúncias apresentadas contra o deputado Toninho Wandscheer demonstram a necessidade de uma fiscalização rigorosa e de mecanismos efetivos para prevenir e punir esse tipo de prática", declarou a vereadora Mara Boca Aberta. 

   Os procuradores jurídicos da vereadora aguardam por uma resolução rápida e justa desse caso, que pode resultar na cassação do mandato do deputado Toninho Wandscheer e na aplicação de punições adequadas. A atuação da Justiça Eleitoral será fundamental para garantir a legitimidade do processo e a salvaguarda da integridade das instituições democráticas.

   Aproveitando este gancho, a vereadora Mara Boca Aberta defende que é essencial que a sociedade reflita sobre a importância da ética na política e na necessidade de se combater firmemente a corrupção eleitoral seja em qualquer município. A contratação irregular ou uso de funcionários públicos como cabos eleitorais e a compra de votos são práticas que minam a democracia e comprometem a representatividade legítima dos eleitos. "É fundamental que as autoridades eleitorais atuem de forma enérgica e imparcial, garantindo que casos como esse sejam investigados e punidos de acordo com a legislação vigente. Além disso, é necessário fortalecer mecanismos de transparência e controle para prevenir a ocorrência desses abusos", pontuou.

O que pode acontecer, diante da cassação de Toninho Wandscheer?

    "A sociedade como um todo também tem um papel importante nesse processo, sendo necessário exercer uma vigilância ativa e denunciar quaisquer práticas suspeitas que possam comprometer a lisura das eleições. A participação consciente dos cidadãos é fundamental para fortalecer a democracia e combater a corrupção. Independente do desfecho desse caso específico, é essencial que sejam implementadas medidas efetivas para coibir práticas corruptas no sistema político. Aperfeiçoar as leis eleitorais, fortalecer os mecanismos de fiscalização e promover a conscientização dos eleitores são passos fundamentais para garantir a integridade e a legitimidade das eleições", defende Mara Boca Aberta.

  Com um julgamento prestes a acontecer em dois meses, a vereadora londrinense poderá assumir a cadeira de deputada federal e passar a ater mando político no "Solidariedade" em Londrina e Ibiporã.  Ela acredita que a Justiça julgará de forma diligente e que esta decisão seja um exemplo de combate a corrupção eleitoral tratado com a seriedade e a urgência necessária. Somente assim será possível assegurar a confiança dos cidadãos no processo democrático e a construção de um país mais justo e transparente.

Pau que dá em Chico, dá em Francisco!

   Diante da possibilidade de cassação de mandato do deputado Toninho Wandscheer, o resultado poderá trazer também influência direta na eleição de Ibiporã, uma vez que no Solidariedade, estão vários pré-candidatos a vereador do grupo de apoio ao prefeito José Maria Ferreira.  Entre os pré-candidatos estão o vereador Augusto Semprebom, Samir Basso, Lafayete Forin, Aron e outros.             Neste caso, o partido  perde os candidatos a vereadores e o Solidariedade coliga com o PMB (Por Mais Brasil) de Boca Aberta apenas para somar espaço no horário eleitoral.  Indiretamente este pode vir a ser um troco, face a tentativa política de tirar Boca Aberta da disputa eleitoral em Ibiporã. Essa eleição ainda promete muitas surpresas!

O recurso impetrado por Mara Boca Aberta pode ser acessado pelo link abaixo:

https://www.calameo.com/read/006283120f6c0af71631d

 

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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