LONDRINA – O ex-assessor parlamentar Ivens Alves Barata veio a público nesta semana para esclarecer informações veiculadas pela imprensa local a respeito do processo que envolve a vereadora Anne Ada (PL). Em comunicado, Barata negou ser o autor da denúncia formal que deu início às investigações de suposta prática de "rachadinha" no gabinete da parlamentar.
Embora tenha prestado depoimento ao Ministério Público do Paraná (MPPR), Barata solicita que os veículos de comunicação ratifiquem as notícias que o apontam como o responsável pela abertura do caso. Segundo ele, sua participação limitou-se ao cumprimento de obrigações legais como testemunha e informante durante o inquérito conduzido pela 26ª Promotoria de Justiça de Londrina.
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Entenda o caso
A denúncia oferecida pelo MPPR na última terça-feira (11) acusa a vereadora de exigir parte da remuneração de assessores para custear despesas pessoais, especificamente honorários advocatícios. De acordo com as investigações, Barata teria relatado em depoimento ter sido chamado para uma conversa onde a proposta de repasse de valores foi apresentada.
A denúncia oferecida pelo MPPR na última terça-feira (11) acusa a vereadora de exigir parte da remuneração de assessores para custear despesas pessoais, especificamente honorários advocatícios. De acordo com as investigações, Barata teria relatado em depoimento ter sido chamado para uma conversa onde a proposta de repasse de valores foi apresentada.
A defesa da vereadora Anne Ada nega veementemente as acusações, classificando o processo como "perseguição política". Em depoimento recente ao Ministério Público, a parlamentar optou por permanecer em silêncio.
Representação da Promotoria
O promotor Renato de Lima Castro, fez constar na representação que "a vereadora Anne Ada agiu com consciência e vontade dirigidas à consecução do fim ilícito, valendo-se de seu cargo público de vereadora do Município de Londrina, exigindo do então Assessor Parlamentar Ivens Alves Barata, vantagem indevida em seu favor, consistente no repasse de metade dos vencimentos oriundos do cargo em comissão a fim de custear a contratação e prestação de serviços advocatícios particulares em favor do advogado Eduardo Caldeira. Aproveitando-se da clandestinidade, ante a ausência de testemunhas ou captação ambiental a fim de flagrar a prática criminosa, exigiu do servidor público o repasse da vantagem indevida, sob pena de exoneração do cargo caso não efetuasse o repasse dos valores”. A demissão do servidor em seguida, corrobora para a tese da veracidade do fato.
Pedido de Ratificação
A solicitação de Ivens Alves Barata reforça a distinção jurídica entre ser uma testemunha/informante de um inquérito e ser o autor/denunciante de uma representação política ou criminal. O ex-assessor destaca que a precisão dos fatos é fundamental para evitar interpretações equivocadas sobre sua conduta e papel no processo que agora tramita no Judiciário e pode ter desdobramentos na Câmara Municipal de Londrina. Fica ratificado aqui, para que se faça Justiça, a isenção de Ivens Alves Barata na autoria da denúncia, conforme foi noticiado anteriormente.
A solicitação de Ivens Alves Barata reforça a distinção jurídica entre ser uma testemunha/informante de um inquérito e ser o autor/denunciante de uma representação política ou criminal. O ex-assessor destaca que a precisão dos fatos é fundamental para evitar interpretações equivocadas sobre sua conduta e papel no processo que agora tramita no Judiciário e pode ter desdobramentos na Câmara Municipal de Londrina. Fica ratificado aqui, para que se faça Justiça, a isenção de Ivens Alves Barata na autoria da denúncia, conforme foi noticiado anteriormente.
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno

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