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Quarta-feira, 20 de Maio de 2026
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Saúde

Casos de Covid aumentam em Ibiporã com o comércio fechado

Relatórios da saúde são confusos e números não apresentam lógicas

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Casos de Covid aumentam em Ibiporã com o comércio fechado
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Tudo teve início com as farsas. Caixões enterrados sem corpos dentro, mortes por motivos diversos que recebem obrigatoriamente a classificação de Coronavírus, notícias de hospitais abarrotados, quando na verdade estão vazios e dispensando parte dos funcionários, doentes internados classificados indevidamente como Covid-19, emissoras que só pregam o terror em seus noticiários, hospitais de campanha feitos às pressas, sendo que havia no lado um desativado, compra de equipamentos a preços exorbitantes, aquisição de itens em quantidades astronômicas, abertura de milhares de covas apenas para serem noticiadas e tapadas logo em seguida, mais construção de hospitais de campanha, sendo que são desnecessários…e por aí vai.

A quantidade de absurdos que estão sendo cometidos é inimaginável e inaceitável, e haverá um preço a ser pago pelos responsáveis que estão prejudicando o povo com todas essas ingerências cometidas no país. Muitos atos cometidos por governadores e prefeitos beiram as margens da lei, e eles deverão ser logo mais investigados, e punidos de forma exemplar.     

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A farra com o dinheiro público é tremenda, e, devido à imposição do Estado de Calamidade, sem necessidade, é permitido que prefeitos e governadores comprem o que quiserem, sem se preocuparem com os preços, e sem prestar contas à união. O objetivo maior não é a saúde da população, mas sim perdurar esse estado crítico o máximo possível, para obterem mais vantagens.

Os índices divulgados oficialmente, especialmente em Ibiporã, numa matemática que ninguém consegue entender, apontam que durante os períodos de "cumprimento de decreto" com o fechamento do comércio, os números só aumentaram. Parece "repeteco" do que já vimos há alguns meses revelando a  a verdade dos fatos. No ano passado, entre primeiro de janeiro e dia 3 de maio, morreram 49000 pessoas no Brasil por insuficiência respiratória, nesse ano, no mesmo período, morreram 48000 pessoas pelo mesmo motivo. Pegando ainda a mesma referência de tempo, em 2019 morreram 65000 pessoas por pneumonia, e em 2020, no mesmo período, morreram 62000 pessoas.

Notem que agora está morrendo menos pessoas que antes, e cabe a pergunta: por que em 2020 não houve o mesmo escândalo que está sendo feito agora? O que representa o número de mortes, verdadeiramente em decorrência do Covid-19, diante desses números?  O Coronavírus é apenas mais um vírus entre os muitos existentes, que também estão matando. Será preciso que a população o contraia para adquirir imunização – a chamada imunização de manada – pois só assim ele será derrotado?

Esse clima de terror criado e alimentado diariamente, com estimativas de picos que não param de serem projetados para frente, em conjunto com a quarentena desnecessária que está servindo mais para adoecer as pessoas, como ficou provado nos países que a adotaram, não passa de uma grande manipulação, e é preciso que o povo se conscientize do que está sendo feito com ele. Estão copiando a realidade de países distantes e implantando no nosso, que possui condições totalmente diferentes. Enquanto isso, as pessoas perderam suas liberdades, e estão sendo violentadas por policiais em algumas cidades por saírem nas ruas. Estamos vendo a Constituição ser rasgada, e as maiores atrocidades sendo cometidas em nome de um vírus usado politicamente para subjugar a população. É preciso acordar para a realidade.

Vamos apontar aqui alguns números divulgados pela prefeitura de Ibiporã entre 25 de fevereiro e 14 de março. Considerando que neste período o comércio ficou praticamente fechado, em prejuízo de muitos, para regalia de outros, os casos só aumentaram. Foram registrados mais casos com o lockdown parcial do que com o comércio inteiramente aberto. A pseudo fiscalização da administração municipal não coibiu festas em chácaras, superlotação em bancos e lotéricas, e quiçá em supermercado de grande rede. Já os pequenos, foram advertidos, notificados e multados. Se somarmos os casos chamados de "confirmados" pela Secretaria Municipal de Saúde de 25/02 a 14/03, tivemos 451 casos. No mesmo período, os boletins apontam 302 "curados". Teoricamente sobraram 149 pacientes. Destes, 6 hospitalizados em enfermaria e 8 deles na UTI. São 14 então que, somados aos 4 óbitos chegam a 18. Logo sobraram, 131 nesta matemática. Ora se os números apontam que sobraram 131, de onde saíram os 319 em isolamento e os 182 casos suspeitos? Porventura os números iniciais notificados não eram 451?

Se temos a diferença entre os casos confirmados e os curados (149) e considerarmos os hospitalizados (14) mais os 319 em isolamento e os 182 casos suspeitos, chegamos a 668 casos. Supondo que dos 668 casos, estejam incluídos os 182 suspeitos, logo chegamos a 486 casos. Agora descontemos os 4 óbitos, chegamos a 482 casos. Se os boletins dizem que são 451, onde estão os outros 31? Foram arrebatados? Logo, muito confuso estes números oficiais.

Outra coisa, como em um dia 02/03, por exemplo notifica-se 4 casos e no dia seguinte 47? E no próximo 10 e depois 46 e 50 seguidamente? Não é estranho também que assim que foi reaberto o comércio na quarta-feira, dia 10, os casos eram 5 e na quinta, pularam para 49? Isto para justificar que o comércio precisa continuar fechado? Ou é porque os coletivos, as lotéricas e bancos ficaram abarrotadas de cidadãos honrando seus compromissos atrasados? Uma vez mais cobro aqui um posicionamento da Associação Comercial em defesa do comércio local. São centenas de comerciantes cadastrados vendo seu negócio ir de mau a pior, e o desemprego já acena de forma drástica. A quem interessa este caos em nosso município? 

Fechar o comércio não é a solução. O comerciante não pode pagar pela incompetência do poder público e sua fiscalização. Até porque, desde o início da pandemia, temos visto o comércio pagar o pato, lojas vazias e funcionários comissionados pedindo pelo amor de Deus que entre um cliente. Muitos perderam o emprego e isto reflete diretamente no comércio. Além da queda nas vendas, aumenta a inadimplência. E quem paga por isso? Novamente o comerciante. Os grandes provavelmente possuem ainda gordura para queimar, já os pequenos...vão virar estatísticas de falência.

Boletins e a matemática que não bate!

 

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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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