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Quarta-feira, 17 de Junho de 2026
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A Máscara do “Paladino” Caiu em sessão plenária na última segunda-feira

Vereador Hugo Furrier rebateu as acusações levians de Rafael Eik Ferreira e deu aula sobre o que é transparência

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
A Máscara do “Paladino” Caiu em sessão plenária na última segunda-feira
📸Arquivo/CMI
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     O presidente da Câmara de Ibiporã, Rafael Eik Ferreira, rebaixou o debate público ao transformar a tribuna em um picadeiro de ataques pessoais e sensacionalismo contra o vereador Hugo Furrier (MDB).  Movido pelo evidente incômodo com a pré-candidatura de Furrier a deputado estadual — que ameaça seus próprios planos eleitorais escancarados na região —, Ferreira usou de covardia ao cortar o direito de réplica e editar a gravação oficial da Casa para inflar seu ego nas redes sociais como um falso “paladino da moralidade”. 

   Ao fazer chacota de um acidente de trânsito e do tratamento médico com remédios controlados de seu colega, o presidente do legislativo demonstrou uma gritante falta de decoro, empatia e estatura política, sendo desmascarado em plenário com a apresentação de documentos oficiais, laudos do Detran-PR e o boletim de ocorrência que sepultaram suas insinuações levianas.

 Abuso de poder
   O presidente da Câmara, Rafael Eik Ferreira, não só cortou o direito de réplica do colega parlamentar para desferir ataques pessoais como posteriormente promoveu manipulação pública editando sua fala no vídeo oficial do Poder Legislativo para autopromoção digital. Ferreira demonstrou não só oportunismo eleitoral mas desespero político após o anúncio da pré-candidatura de Furrier. 

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 O Ataque Baixo e a Resposta dos Fatos
    Ferreira promoveu em plenário chacota com a saúde do colega. Ironizou o uso de medicamentos controlados e o tratamento médico de Furrier com insinuações graves: Questionou sem provas o trabalho da Polícia Rodoviária Federal (PRF) o que foi desmentido com prova documental.   Furrier calou as ofensas apresentando a CNH regularizada, certidão do Detran-PR e o Boletim de Ocorrência. A atuação do filho do prefeito demonstrou o declínio do "Nível Legislativo" na sua condução pífia na presidência em descarada falta de decoro, empatia e respeito ao colega de plenário.

  Ferreira substituiu discussões de interesse do município por fofocas e ataques de cunho pessoal demonstrando sua fraca atuação e posição indigna que o cargo exige. Simplesmente apequenou a cadeira da presidência, historicamente pautada por debates de alto nível ignorando o desgaste psicológico e financeiro natural de um acidente para fazer politicagem barata. Fruto geralmente de pessoa desprovida de caráter.

   O vereador Hugo Furrier desmascarou a falsa moralidade do presidente Ferreira, ao expor uma denúncia criminal de 46 páginas do Gaeco e do Ministério Público (MP) por um esquema imobiliário milionário. Ao rebater os ataques pessoais, Furrier defendeu a Polícia Rodoviária Federal (PRF) como uma instituição ilibada, desafiou o oponente na Justiça comum e no Conselho de Ética, e inverteu o jogo ao dar uma verdadeira “aula de transparência”.

   Ele exibiu em plenário o rastro financeiro que liga Ferreira e sua família a transações imobiliárias suspeitas e a um depósito de mais de R$ 2 milhões em sua conta pessoal, e a investigação por enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro. “Isto é que é falta de respeito com o cidadão que levanta as cinco horas da manhã para pegar o ônibus e ir trabalhar para ganhar um salário mínimo”, disse Furrier ao passo que em menos de seis anos de vida pública, o jovem vereador já é investigado pelo Gaeco e o Ministério Público do Paraná, acrescentou.

“E ainda quer sair como pré-candidato a deputado estadual...em que mundo nós estamos?”, questionou!

   Não há dúvida que Rafael Eik Ferreira protagonizou o pior episódio da política regional: a blindagem familiar, o uso da máquina pública e a total falta de decoro parlamentar. Ao exigir uma análise profunda e isonômica da Comissão de Ética, Furrier expõe a ferida de uma gestão que confunde o púlpito do Legislativo com um tribunal de fofocas pessoais.

   “Antes de disparar contra a honra alheia, o presidente da Casa deveria aprender o básico: checar os fatos antes de falar o que não deve”, observou Furrier. O eleitorado de Ibiporã não elegeu representantes para testemunhar picuinhas de compadres. Enquanto Rafael Eik se escora na máquina pública e em privilégios políticos, Hugo Furrier cobra transparência institucional. “Se a Comissão de Ética quer manter alguma credibilidade, deve agir com isonomia e punir quem usa o cargo para fazer politicagem barata”, finalizou.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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