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Sexta-feira, 01 de Maio de 2026
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Estelionato cresce 16% no Paraná em um ano, aponta Anuário de Segurança Pública; golpes eletrônicos disparam

Polícia Civil alerta que pessoas precisam ficar atentas para não caírem em golpes.

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Estelionato cresce 16% no Paraná em um ano, aponta Anuário de Segurança Pública; golpes eletrônicos disparam
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    O Paraná teve um aumento de quase 16% de crimes de estelionato em um ano, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (20) pela Policia Civil do Paraná.   Segundo a pesquisa, foram 134 mil casos em 2022 e 114.951 mil em 2021. A estatística coloca o Paraná no quarto lugar no ranking dos estados com as maiores taxas de estelionato por 100 mil habitantes e na segunda posição em números absolutos, perdendo apenas para São Paulo.

   Os golpes eletrônicos subiram quase 200% no estado entre 2021 e 2022. Foram 5.685 ocorrências no ano passado contra 1.890 no anterior, um aumento de 198%.  Na Delegacia de Estelionatos de Londrina, norte do estado, os últimos casos registrados têm relação com transações eletrônicas. O delegado Edgard Soriani afirmou que as pessoas precisam ficar atentas para não caírem nos golpes. "Na maioria das vezes, os criminosos criam um PIX falso, feito na hora. Isso é um golpe, há obtenção de vantagem ilícita em detrimento da vítima. Há um meio fraudulento empregado que é a conversa enganosa, caracterizando o crime de estelionato".

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    Crimes de estelionato subiram 16% no estado, revela Anuário de Segurança Pública. Segundo o delegado Emannoel David, da Delegacia de Estelionato de Curitiba, os estelionatários são oportunistas e fazem vítimas tanto em cidades pequenas quanto grandes centros urbanos.  Em uma negociação, por exemplo, as pessoas devem estar atentas. No caso do Desenrola Brasil, programa do governo federal de renegociação de dívidas que está sendo utilizado para aplicar golpes, o serviço não acontecerá por meio de um link. A pessoa vai ter que se cadastrar em um site, em uma plataforma específica. "É preciso que o cidadão busque mecanismos de proteção, coloque dupla verificação no celular, não clicar em qualquer tipo de site", finaliza o delegado.

FONTE/CRÉDITOS: g1PR/Folha Portal
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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