Terminou em briga generalizada entre atletas do Pato Branco Futsal e o Magnus Futsal de Sorocaba em partida realizada na noite de sábado no Ginásio de Esportes Dolivar Lavarda, em Pato Branco, sudoeste do Paraná em partida válida pela Liga nacional de Futsal e transmitida pelas redes sociais. O jogo estava em 2 a 1 para o Sorocaba, e foi marcada uma falta no lance. O Pato Branco conseguiu o empate faltando menos de um minuto para o jogo terminar.
O empate em 2 a 2, gerou bate boca entre os atletas de Sorocaba e a arbitragem o que teria também provocado revolta dos torcedores visitantes que passaram a jogar objetos na quadra. A partida ficou paralisada por 11 minutos com intervenção da Policia Militar até que o jogo foi retomado desta feita com seguranças se posicionando ao redor da quadra.
Já nos descontos, para agravar a situação, o árbitro anulou um gol do Pato Branco e encerrou a partida. A confusão foi retomada com seguranças particulares se envolveram em briga com alguns atletas e novamente a Policia Militar entrou em quadra, desta feita lançando gás de pimenta sobre os envolvidos na confusão que começou com o jogador Neguinho, do Pato Branco, e Dieguinho, do Sorocaba. A partir daí jogadores dos dois times fecharam o tempo com trocas de empurrões e agressões mútuas.
A ação da polícia revoltou alguns jogadores, que discutiram com os policiais. Logo depois, seguranças particulares se envolveram em uma briga com jogadores do Sorocaba, perto da saída de quadra. A confusão continuou no túnel de acesso aos vestiários. “A polícia entrou em quadra e jogou gás de pimenta, não está preparada para um evento desse. A polícia não está preparada, os seguranças que estão aqui também não, o jogo não tem segurança nenhuma. Não vão viralizar os gols, o jogão. É porque o cara espirrou gás de pimenta com um monte de criança aqui dentro, um policial, um PM”, disse o jogador Rodrigo, do Sorocaba.
A reportagem, o Pato Futsal informou que está analisando o que ocorreu após o fim do jogo, e a diretoria deve ser reunir nesta segunda-feira (14) para debater o caso. A reportagem também procurou o Magnus e a Polícia Militar do Paraná para falar sobre o ocorrido na partida, mas não obteve resposta.

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