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Quarta-feira, 20 de Maio de 2026
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Esportes

Brasil sofre, mas vence Argentina no vôlei masculino

Acompanhe o resumão dos últimos resultados nas últimas 24 horas

Marcos Silva
Por Marcos Silva
Brasil sofre, mas vence Argentina no vôlei masculino
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Brasil sofre, mas vence Argentina no vôlei masculino

Dia olímpico teve ainda o ouro dos russos na ginástica masculina por equipes; final do surfe foi antecipada por risco de tufão e ocorre na madruga de terça (27)

 
 
Brasil e Argentina fizeram partida equilibrada na segunda rodada do vôlei
Brasil e Argentina fizeram partida equilibrada na segunda rodada do vôlei masculino
Foto: Frank Augstein - 26.jul.2021/AP

Após começar perdendo por 2 sets a 0 em confronto contra a Argentina, nesta segunda-feira (26), nas Olimpíadas de 2020, a seleção masculina de vôlei do Brasil conseguiu reagir, empatar o jogo, forçar a realização de um 5.º e decisivo set.

No final, a seleção brasileira fechou o jogo em 3 a 2 (19x15, 21x25, 25x16x 25x21 e 16x14). Do lado brasileiro, o destaque foi Leal, que marcou 18 pontos – além de Wallace e Lucarelli, que pontuaram 14 vezes cada.

Do lado argentino, o maior pontuador foi o oposto Bruno Lima, com 26 pontos, seguido por Palácios, com 19.

O próximo compromisso da Argentina pelos Jogos será na quarta-feira (28), às 2h20 (horário de Brasília), diante da França. Já o Brasil volta às quadras, também na quarta- (28), às 9h45, em duelo contra o Comitê Olímpico da Rússia. 

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Foto: Natacha Pisarenko - 26.jul.2021/AP

Disputado até o final

Os ginastas de Rússia, Japão e China novamente foram ao pódio da final masculina por equipes, assim como aconteceu nas últimas Olimpíadas. Mas com duas diferenças importantes: primeiro, os russos competem sob nome e bandeira de seu comitê olímpico, devido à punição sofrida pelos casos de doping do país; segundo, a ordem do pódio, que teve os europeus no topo e os japoneses na prata -- os chineses repetiram o bronze de 2016.

As provas foram dominadas pelas três equipes, consideradas favoritas. Mas a rodada final foi de arrepiar: enquanto o japonês Daiki Hashimoto fez uma apresentação fortíssima na barra fixa, o que fez com que os donos da casa sonhassem com o ouro, o russo Nikita Nagornyy garantiu o título para os russos com sua performance no solo. O somatório das notas refletiu o resultado apertado: a Rússia terminou com a pontuação de 262.500, uma diferença marginal para o Japão (262.397). A China somou 261.894.

Rayssa Leal, do skate do Brasil nas Olimpíadas
Rayssa Leal, do skate do Brasil nas Olimpíadas
Foto: Ben Curtis/AP

Em um passe de mágica

Rayssa Leal, fenômeno do skate brasileiro, se tornou conhecida depois que um vídeo em que ela executava uma manobra usando uma fantasia de fada viralizou e foi compartilhado por Tony Hawk, maior lenda do esporte. Ganhou neste momento seu apelido, Fadinha, mas seus seguidores eram, em geral, os fãs do skate. Hoje, no entanto, com a prata olimpíca no peito, a atleta teve uma mostra de como o resultado olímpico mexerá com o esporte que ela pratica e, principalmente, com a vida dela.

"O que que é isso minha gente? Eu não sabia não. Desde quando eu comecei nas redes sociais, sempre foi um sonho ter meu primeiro milhão e ontem eu cheguei no um milhão e hoje eu já tenho dois? O que é isso? Dois milhões e a medalha? Olha isso!"

Rayssa Leal, ao Olimpíada Todo Dia, depois de ser informada que sua rede social passava de dois milhões de seguidores

Em Paris tem mais

A brasileira Milena Titoneli perdeu a disputa do bronze do taekwondo na manhã desta segunda-feira (26) nas Olimpíadas 2020. Ela havia vencido a repescagem da competição na categoria até 67 kg, mas foi derrotada pela marfinesa Ruth Gbagbi. 

O combate foi equilibrado até os momentos finais, quando Gbagbi conseguiu encaixar um chute na cabeça da brasileira a 21 segundos para o fim, abrindo três pontos de vantagem. Naquele momento, Milena perdia por 7 a 6 e tentava se recuperar.

A frustração da derrota é inescapável, mas, após o fim do combate, Milena preferiu olhar para o impacto do que viveu e já começar os planos para a próxima Olimpíada, em Paris-2024: “Não vou relaxar. Já estou me preparando para classificar o mais rápido possível”.

"Para mim, é surreal. Foi a maior experiência da minha vida, não só da minha carreira esportiva. Superei muita coisa para estar aqui. Apesar de sair sem medalhas, estou feliz, porque lutei de igual para igual com as melhores do mundo"

Milena Titoneli
Milena Titoneli perdeu a disputa pelo bronze do taekwondo das Olimpíadas 2020
Milena Titoneli perdeu a disputa do bronze para a marfinense Ruth Gbagbi nas Olimpíadas
Foto: Gaspar Nóbrega - .jul.2021/COB

Tempestade perfeita

A possibilidade de uma final brasileira na competição masculina do surfe se tornou um pouco mais palpável nesta segunda-feira. Pelas oitavas de final, Gabriel Medina venceu o australiano Julian Wilson em uma bateria de alto nível por 14,33 a 13,00, enquanto Ítalo Ferreira passou pelo neozelandês Billy Stairmand por 14,54 a 9,67. Nas quartas de final, Medina terá pela frente o francês Michel Bourez. E o rival de Ítalo será o japonês Hiroto Ohhara. 

No feminino, Silvana Lima também se garantiu nas quartas de final ao superar a portuguesa Teresa Bonvalot e agora vai encarar a norte-americana Carissa Moore nas quartas de final. Mas Tatiana Weston-Webb foi eliminada. 

Final antecipada

Os organizadores das Olimpíadas de 2020 anunciaram nesta segunda-feira (26) o adiantamento das disputas de medalha no surfe. A mudança é consequência dos efeitos previstos pela passagem do tufão Nepartak pelo Japão. A disputa pela medalha de ouro entre os homens começará na madrugada de terça (27), a partir das 3h46. A decisão entre as mulheres está agendada para começar às 4h31. 

Gabriel Medina surfa onda na praia de Tsurigasaki
Gabriel Medina estreia na disputa do surfe na Olimpíada na praia de Tsurigasaki em Ichinomiya
Foto: Francisco Seco / AP

Brasil na semifininal nos 200m borboleta

O brasileiro Leonardo de Deus fez seu melhor tempo pessoal na eliminatória dos 200m borboleta nesta segunda-feira (26), 1:54.86, e se classificou para as semifinais da competição.
A próxima prova de Leonardo está marcada para 22h30 (horário de Brasília) desta segunda, quando ele tentará chegar à final da competição.

As brasileiras Viviane Jungblut e Bia Dizotti também competiram em Tóquio nesta segunda (26), ambas na prova de 1.500 metros livre feminino – que fez sua estreia em Olimpíadas neste ano.
Jungblut foi a quarta colocada na sua eliminatória e Beatriz fez a segunda melhor marca em bateria. Os resultados, no entanto, não foram suficientes para elas avançarem para a próxima etapa da competição.

Montanha acima

Na disputa do mountain bike, o brasileiro Henrique Avancini, que chegou aos Jogos com expectativa de medalha, terminou no 13º lugar. Ficou fora do pódio, sim, mas cravou o melhor resultado brasileiro na história olímpica da modalidade.

Ciclista brasileiro Henrique Avancini na prova de mountain bike em Tóquio
Ciclista brasileiro Henrique Avancini na prova de mountain bike em Tóquio
Foto: Jonne Roriz - 26.jul.2021/COB

 O outro brasileiro na disputa, Luiz Henrique Cocuzzi, terminou em 27º. A medalha de ouro foi para o britânico Thomas Pidcock, seguido pelo suíço Mathias Flueckiger com a prata e pelo espanhol David Valero Serrano com o bronze.

Primeira vitória na história

Na madrugada desta segunda-feira (26), Ygor Coelho estreou na disputa individual do badminton masculino nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 e conquistou a primeira vitória do Brasil na história da modalidade em eventos olímpicos. O brasileiro conseguiu um ótimo resultado ao bater Julien Paul Georges, das Ilhas Maurício, por 2 sets a 0, parciais de 21/5 e 21/16.

"Feliz é pouco para descrever o que eu estou sentindo. Eu estou orgulhoso de poder mostrar que dá para jogar badminton no Brasil, sim! As crianças se elas sonharem elas podem chegar no nível de grandes atletas mundiais. Eu sou a prova viva disso. Eu falo para as crianças e para todos os atletas que eu encontro: sonhem, lutem e acreditem! Por que um dia vocês podem ganhar uma medalha olímpica"

Ygor Coelho, ao Olimpíada Todo DIa

Sem sustos

As brasileiras Ana Patrícia e Rebecca estrearam com uma vitória tranquila no vôlei de praia. Elas ganharam das quenianas Makokha e Khadambi por 2 sets a 0, com parciais de 21 a 15 e 21 a 9. A dupla do Brasil volta a jogar na noite desta terça-feira (no horário de Brasília), pela segunda rodada da primeira fase, contra Graudina e Kravcenoka, da Letônia.

Dupla brasileira Rebecca e Ana Patrícia bateram as quenianas Makokha e Khadambi
Dupla brasileira Rebecca e Ana Patrícia bateram as quenianas Makokha e Khadambi por 2 sets a 0 nesta segund-feira (26) no vôlei de praia (25/07/2021)
Foto: Felipe Dana/AP

Judoca brasileiro leva ippon na primeira luta

Depois do bronze de Daniel Cargnin, o judô brasileiro não passou da primeira luta na noite deste domingo (manhã de segunda-feira no Japão). Eduardo Barbosa perdeu por ippon para o francês Guillaume Chaine no fim do combate pela categoria até 73 kg. O brasileiro atribuiu a derrota a um momento de falta de concentração. “Um milésimo de segundo decide a luta”, afirmou ao deixar o tatame.

Brasileiro Eduardo Barbosa perdeu em sua estreia na categoria até 73kg
Brasileiro Eduardo Barbosa perdeu em sua estreia na categoria até 73kg para o francês Guillaume Chaine e deu adeus à disputa no judô (26/07/2021)
Foto: Vincent Thian/AP

Nova derrota no handebol masculino

O Brasil perdeu para a França, por 34 a 29, na segunda rodada do handebol masculino. Atual vice-campeã olímpica, a equipe francesa já vencia por 16 a 13 no primeiro tempo. Foi a segunda derrota dos brasileiros -- perderam para a Noruega na estreia.

A seleção de handebol ainda tem três partidas pela frente e precisa ganhar ao menos duas para ter chances de classificação para as oitavas de final. O próximo jogo é contra a Espanha na manhã de quarta-feira (no horário de Brasília). Argentina e Alemanha são os outros adversários que vêm pela frente. 

Brasil e França no handebol masculino
Brasileiros do handebol tentam parar o francês Nikola Karabatic; os europeus saíram com a vitória
Foto: Pavel Golovkin/AP

Atletas isolados em razão da Covid-19

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Enquanto as competições avançam, o coronavírus não dá trégua. A equipe holandesa de remo concordou em se separar dos outros atletas em Tóquio. Um remador, um técnico e outro integrante do grupo testaram positivo para Covid-19.

O diretor de remo de alta performance da Holanda, Hessel Evertse, afirmou que a medida tem como objetivo “obter confiança e segurança de (outros) países e (especialmente) dos voluntários”. Já foram registrados 148 casos da doença entre as delegações e outras pessoas envolvidas na organização dos Jogos.

FONTE/CRÉDITOS: https://www.cnnbrasil.com.br/esporte/2021/07/26/olimpiadas-2020
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Marcos Silva

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Marcos Silva

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