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Folha Regional Online

Domingo, 2 de Junho de 2024

Política

Vereador destaca importância do mês de "Concientização do Autismo", e pede espaço em plenário

Gilson Mensato solicita "palavra livre" em reunião no próximo 1°- de Abril para uso da AMAI

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Vereador destaca importância do mês de
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     A cidade de Ibiporã poderá ter uma sessão especial na próxima segunda feira,  dia 1°- de abril, para abrindo espaço para comemoração do Dia Mundial de Conscientização do Autismo.  O pedido para abertura de palavra em plenário foi requisitado pelo vereador Gilson Mensato abrindo espaço para a Senhora Presidente da Associação de Pais, Amigos e Autistas de Ibiporã - AMAI - estendendo aos membros do referido Conselho. O objetivo é promover o conhecimento sobre o espectro autista, bem como sobre as necessidades e os direitos das pessoas autistas, destacando a importância da inclusão e a conscientização social, difundindo as informações sobre o autismo para a população e assim reduzindo a discriminação e o preconceito.

    Mensato destaca a importância da luta pelos direitos e inclusão dos autistas e lamenta a falta de apoio do executivo em cumprir a Lei, promovendo a oportunidade de tratamento em Ibiporã para as crianças portadoras desta síndrome.  Ele lembrou que no ano passado a Câmara Municipal aprovou por unanimidade projeto de lei de sua autoria que visa oferecer tratamento de eqüoterapia aos pequenos pacientes e se diz triste coma falta de sensibilidade e respeito do prefeito em relação aos autistas de Ibiporã.

   O vereador convoca todos para participarem da sessão e lembra que o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo teve instituição pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de levar conhecimento à população sobre o transtorno e a importância do diagnóstico precoce e tratamento. "O transtorno do espectro autista (TEA) é uma condição que afeta o desenvolvimento neurológico, caracteriza-se pela dificuldade de relacionamento social e comportamentos e interesses restritivos ou repetitivos. Em crianças menores, as características podem variar entre a falta de contato visual com a mãe durante a amamentação, não atender quando chamado pelo nome, ou não imitar gestos, além de estereotipias como balançar as mãos e o tronco", explica o vereador. 

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    O diagnóstico do TEA deve ser feito clinicamente. Pode ser realizado por médicos neuropediatras e psiquiatras infantis. Psicólogos e fonoaudiólogos também podem identificar o transtorno.  Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico e iniciado o tratamento, melhores serão a qualidade de vida e a autonomia da pessoa. Que o prefeito se sensibilize e possa a vir abrir as portas de tratamento adequado e tão necessário a lenta recuperação destes pacientes.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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