website page view counter

Folha Regional Online

Domingo, 2 de Junho de 2024

Local

Presidente do Solidariedade "Sammir Basso" denuncia "Boca Aberta" por suposta propaganda eleitoral

Crescimento da popularidade do pré candidato, está preocupando adversários que perdem terreno na periferia

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Presidente do Solidariedade
Folha Portal/Documento Público
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

    Há um dito popular que "ninguém atira pedras em árvore que não dá fruto".  Fato é que já está escancarado "o desespero eleitoral" com o chamado "efeito Boca Aberta", e o estrago que pode fazer nesta campanha eleitoral.  As seguidas investidas pessoais nas redes sociais mostrando de forma irreverente e escancarada as múltiplas obras inacabadas, seus aditivos de prazos e preços, problemas na saúde e outras particularidades da administração municipal, preocupam os aliados do atual prefeito que veem no crescimento da popularidade do pré candidato Emerson Petriv, uma ameaça.

   Um exemplo disso está na disposição de quem ocupa cargo de confiança na atual administração e que preside a Comissão Provisória Municipal do Partido Solidariedade, senhor Sammir Rogério Basso que está representando junto à Justiça Eleitoral para que "segure o homem".  Basso pede ao Juízado Eleitoral que "coiba" o que chama de "grave conduta", o fato do pré candidato apresentar em suas redes sociais, desde a data de 30 de abril, propostas de campanha e exposição de adesivos, faixas e bandeira em frente seu domicílio eleitoral o que alega estar sendo beneficiado de forma ilícita.  Boca Aberta também é acusado de usar seu domicílio para "distribuir camisetas", onde não há números, nem qualquer alusão á pedido de votos.

    A contradição da petição, se dá ao fato de que o próprio texto refere-se a utilização desta modalidade publicitária como pré-campanha. Ora se trata-se de pré-campanha, significa que ela ainda não começou. Logo não há irregularidade. Seria o mesmo que tentar impedir o prefeito de inaugurar obra antes do processo eleitoral, afinal estaria se beneficiando da máquina pública para alavancar sua candidatura a reeleição. Denota-se por aí, que supõe-se de uma intimidação que pode ser entendida como "perseguição política" ao pré-candidato.

Publicidade

Leia Também:

   Fato é, que este tipo de iniciativa, traz mais visibilidade a Boca Aberta do que prejuízo.  "É o chamado tiro pela culatra". Fica escancarado que está sendo perseguido, que há político acuado e assustado com o crescimento de sua popularidade e crescente intensão de voto especialmente nas periferias, onde a população mais reclama de descaso nesta administração.

    Por outro lado, o pré-candidato entende que  Sammir Basso não seria a pessoa melhor indicada para atuar neste cenário político, pois sua imagem e sua ficha na Justiça apontam que não tem moral nenhuma para receber crédito nesta demanda. Uma rápida pesquisa no Google e a justificativa está lá, publicamente, motivos estes que até sua nomeação em cargo de confiança pelo prefeito José Maria chegou a ser contestada.          Vale lembrar que em nenhum momento, a atuação de Boca Aberta, impede que os demais pré-candidatos também exponham suas opiniões em redes sociais principalmente sobre o que pode ser melhorado na administração para atender as demandas da população. O prefeito utiliza as redes sociais massivamente e ninguém questiona. Já foi até denunciado por isso. Outro ponto discutível, é que o que causa desiquilíbrio na disputa eleitoral, é o abuso do poder financeiro, a compra de votos e até o maior tempo de exposição à mídia dado aos "conchavos eleitorais". E isto, em período de campanha eleitoral, o que não é o caso em tela.

    Entende-se que a atuação da Justiça Eleitoral, se dá "dentro do quadro eleitoral" que prevê data para inicio e fim, ou seja logo após as convenções partidárias até a promulgação da eleição em si. Fora deste âmbito, tudo é discutível e há jurisprudências em ambos os sentidos o que leva-nos a crer que cada caso em particular deve ser considerado o cenário político, a ingerência externa, até um suposto tráfico de influência. Há quem entenda que fora deste período, não "existe desrespeito às disposições legais", porque nada ainda é válido ou tido como certo antes das convenções partidárias. Pré-candidato não é candidato. Logo qualquer que seja a propaganda, ela é vaga, e inválida ainda que para alguns pareça ameaça.  Lembra o camarada que não tem auto confiança, e coloca terceiros para vigiar a esposa longe dos olhos dele. "Não põe fé no taco", como diz a linguagem popular.  O que também não pegou bem nessa demanda, é o fato do advogado pessoal do prefeito assinar a denúncia em nome de um partido com vínculo a sua administração e denunciado por alguém contestado que colocou num cargo de confiança com gordo salário.  Eleição, se ganha na urna. 

O documento pode ser conferido na íntegra no link abaixo.

https://www.calameo.com/read/00628312042060ad0789a

 

 

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
Comentários:
Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

Saiba Mais
laboratório
laboratório

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!