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Quinta-feira, 29 de Fevereiro de 2024
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Prefeitura inicia obra de faixa elevada na Engenheiro Beltrão.

Avenida está parcialmente interditada para a instalação da “lombofaixa” em frente ao Aplicação

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Prefeitura inicia obra de faixa elevada na Engenheiro Beltrão.
Folha Portal/Ely Damasceno
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    A prefeitura de Ibiporã interditou uma das vias da avenida Engenheiro Beltrão no centro da cidade, sentido bairro centro para dar início a construção de mais uma lombo-faixa em frente ao Colégio Francisco Gutierrez Beltrão (Colégio Aplicação).  A obra teve início nesta segunda feira e deverá ser executada uma via por vez para não estrangular totalmente o trânsito no trecho. O acesso livre pela Av. Engenheiro Beltrão compreende o sentido centro bairro em direção à José Bonifácio, via D. Pedro II.
   O colégio que também está em vias para receber uma reforma por completo, poderá contar em breve com mais segurança para os alunos, pedestres em geral e o trânsito. A obra faz parte do projeto de revitalização que a administração municipal pretende fazer no centro.
    As lombo-faixas tem sido alvo de críticas nas redes sociais, pela seu “porte avantajado”, vamos assim definir, pelo fato dos cidadãos desconhecerem as novas regras para este tipo de "instrumento" para garantir a segurança de pedestres no trânsito. 
    No entanto, elas obedecem a Resolução n. 738/2018, publicada em 10 de setembro de 2018 pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) revogou a Resolução n. 495/2014 e estabeleceu os novos padrões e critérios para a instalação da travessia elevada para pedestres em vias públicas.


    Em seu artigo 8º, a resolução estabeleceu um prazo, vencido em junho de 2019, para que os órgãos de trânsito se adequassem às disposições. As principais mudanças nas regras para as faixas elevadas, que também disseminaram o seu uso pelo país, são as seguintes: A velocidade máxima permitida antes da travessia passou a ser de 30 km/h e não mais de 40 km/h (artigo 6º, I);
      A faixa elevada não deve ser utilizada como dispositivo isolado, mas em conjunto com outras medidas que possibilitem velocidade segura, como controle por equipamentos, alterações geométricas, diminuição da largura da via, trajetória sinuosa etc. (artigo 3º);


    A demarcação em forma de triângulo sobre o piso da rampa de acesso passou a ser de cor branca, em vez de amarela (artigo 6º, III);
    Além dos sinais de advertência também há a necessidade de implantar placas de “saliência ou lombada” antecedendo o dispositivo e junto a ele.   A Resolução também delimita o uso do dispositivo, vetando sua construção nos seguintes casos: em via rural, exceto quando apresentar características de via urbana; em via arterial, exceto quando justificado por estudos de engenharia; em via com faixa ou pista exclusiva para ônibus; em trecho de pista com mais de duas faixas de circulação, exceto em locais justificados por estudos de engenharia; em obra de arte (passagem subterrânea e passarela) e nos 25 metros anteriores e posteriores a estas; defronte a guia rebaixada para entrada e saída de veículos; em esquinas a menos de 12m do alinhamento do bordo da via transversal. Casa faixa desta instalada, chegam ao custo de cerca de R$ 12 mil reais cada uma. Este é outro fator questionável, porém legal dentro do processo licitatório.

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FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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