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Folha Regional Online

Quinta-feira, 29 de Fevereiro de 2024

Local

Prefeitura fecha avenida Paraná para iniciar mais uma rotatória

Com via interditada, motociclistas passaram a trafegar por sobre as calçadas colocando em risco pedestres e ciclistas

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Prefeitura fecha avenida Paraná para iniciar mais uma rotatória
Folha Portal/Ely Damasceno
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      A Prefeitura de Ibiporã, por meio do DTrânsito, fechou no inicio da tarde de ontem a avenida Paraná no entroncamento das ruas Clotário Portugal e Duque de Caxias a fim de que a Secretaria Municipal de Obras e comesse a implantar mais mais uma rotatória na avenidas com objetivo de evitar acidentes e garantir mais segurança no trânsito. A colocação de um semáforo no local pedido pelos comerciantes da região, foi descartado. Uma pequena ilha que havia no local foi retirada e uma imensa cratera já foi aberta para a execução de um alicerce que fará parte do projeto a ser ali executado.

   O local já estava demarcado e as obras tiveram devem ter início já hoje pela manhã.  Tão logo os agentes de trânsito se retiraram do local, na tarde de ontem os motociclistas, especialmente de entregas, passaram a usar as rampas de cadeirantes e desviar do bloqueio da via trafegando por cima das calçadas de pavers nos dois sentidos da avenida Paraná, colocando em risco pedestres e ciclistas.

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   Segundo o diretor do DTrânsito, Clóvis Borninoski,  o objetivo da colocação das barreiras era alertar os motoristas para evitar acidentes, já que havia uma cratera aberta na avenida e, se utilizassem das vias alternativas evitando o local. O que não aconteceu. Um cidadão não concordou com a forma que foi fechada a avenida. Reclamou que não havia necessidade naquele momento de fechar as duas faixas de rolamento na avenida Paraná, e que bastava apenas colocar as barreiras na margem da cratera, deixando as duas vias desimpedidas.

    Um pequeno grupo, tomou a iniciativa de “corrigir” o que acreditavam estar errada e liberaram a via para quem subia a Clotário Portugal e quem vinha pela Duque de Caxias para acessar a avenida Paraná. Outros motociclistas provocaram danos em alguns obstáculos que são cheios de água, batendo com pneu das motos provocando rachaduras e vazando a água. Não obstante passarem por sobre as calçadas, a velocidade também era incompatível num verdadeiro abuso e desrespeito as normas de trânsito passivo de apreensão dos veículos e suspensão de carteira.
    Em meia hora, nossa reportagem flagrou mais de 25 motociclistas trafegando sobre as calçadas nos dois sentidos até que parte dela foi liberada por iniciativa de terceiros. Apesar de não haver autorização para manipulação na barreira de segurança, os motociclistas deixaram de trafegar sobre a calçada, passando pelos vãos abertos na barreira.

 

Com obstáculos separados, os motociclistas tiveram acesso a avenida e deixaram de trafegar sobre as calçadas

   Até por volta das 21 horas nenhum incidente foi registrado. Com a construção da rotatória física, os motoristas terão que contorná-la, diminuindo assim o risco de acidentes no local que há muitos anos vinha pedindo solução. Vários acidentes, inclusive alguns com gravidade foram registrados ali ao longo dos anos na medida em que a cidade foi crescendo. Somente este ano foram registrados pelo menos quatro acidentes sendo dois deles com vítimas que acabaram hospitalizadas.
    De acordo com  comerciantes do local, a solução não seria a adequada porque compromete vagas de estacionamento porém concordam que vai proporcionar mais segurança, principalmente, nos locais mais críticos onde há incidência de acidentes. Outra curiosidade é a reclamação com relação a falta de rampas para cadeirantes nas esquinas da Clotário Portugal e Duque de Caxias em relação à avenida Paraná. Nos dois sentidos as rampas foram executadas cerca de 20 metros das esquinas talvez por conta da rotatória.

 

Rampas construídas para cadeirantes e afins  fora das esquinas é obstruída por veículos e mobiliário irregular nas calçadas

   Desta feita, os cadeirantes devem descer da rampa e disputar o tráfego na via com os demais veículos até contornar a rotatória, o que aumenta consideravelmente o risco de acidente com os mesmos. A observação foi feita pelo munícipe José Nogueira que achou um absurdo um projeto que não contempla o cadeirante dentro das normas que lhe proporcione segurança. Igualmente a falta de respeito as rampas feitas fora da esquina cujos acessos que são obstruídos por veículos e mobiliário sobre as calçadas à partir das 16h00 quando não há fiscalização, que aliás, em Ibiporã só funciona para os desafetos do prefeito. O centro é um festival de abusos contra o Código de Posturas que não serve nem para papel higiênico de banheiro de rodoviária. Pode rasgar e colocar no lixo. O que foi feito em relação à construção civil é um exemplo. Na região central da cidade está previsto a construção de outras rotatórias, até o final de ano, em várias locais o que torna o município a capital paranaense das rotatórias.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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