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Obras inacabadas, um desrespeito ao povo e contribuinte Ibiporanense

Vereadores têm a obrigação de não só fiscalizar, mas cobrar respostas do Executivo

Obras inacabadas, um desrespeito ao povo e contribuinte Ibiporanense
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Obras inacabadas, um desrespeito ao povo e contribuinte Ibiporanense

Vereadores têm a obrigação de não só fiscalizar, mas cobrar respostas do Executivo

     Em Ibiporã, nunca foi muito comum o Poder Legislativo cumprir um dos principais papéis que é o de fiscalizar o Executivo. Neste ano, excepcionalmente, essa função tem sido deixada de lado e assumida pela “inciativa privada”, através do grupo “Fiscaliza Ibiporã” que tem sido alvo de crítica nas mídias sustentadas pela prefeitura. O prefeito não suporta oposição nem muito menos críticas a suas mazelas, muitas delas convertidas em denúncias pelo Ministério Público e condenações pela Justiça. 


    E quem sofre com isso é a população que vê a cidade em ruínas e abandonada. Pelos quatro cantos do município é possível notar problemas nesse sentido. Obras que contam com verba estadual e federal para realização continuam inacabadas ou com prazo de entrega vencido como nos casos do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) e do Colégio Estadual Ulisses Guimarães, construída na gestão passada e que já foi saqueada pelo tempo de abandono que está fechada.
    Em outros casos, estão a paralização da obra de asfaltamento no prolongamento da rua Martinho Diniz, e o campo de futebol no Jardim Santa Paula que deveriam ter sido entregue em setembro. Até agora entre início e paralisação das obras, continuam parada, assim como também aparentemente o calçamento na curva do “S” no futuro “Lago Norte” e as obras do Lago Beltrão Park, onde há dias não se vê movimentação por lá.


Iniciado em Abril e não concluído o calçamento na margem da via na rua Alcides Tonon, conhecida como curva do "S"     

Em Ibiporã, obras com pouco tempo já apresentaram problemas e perigo como o caso da UPA, e a creche no Jardim John Kennedy por exemplo e, somado a essas questões, outras situações que podem ser vistas na cidade colocam em xeque o trabalho dos vereadores que deveriam cobrar um posicionamento mais firme da prefeitura mas não o fazem por questões de “fidelidade partidária”.
     São raros os parlamentares que mantém compromisso com seus eleitores e com a sociedade que deveriam representar.  Não só os bairros que sofrem com as más condições em asfalto, iluminação e até mesmo falta de médicos e medicamentos nas UBSs.   No centro da cidade é possível ver vários problemas, como o que ocorre nas calçadas das avenidas Paraná e Santos Dumont, onde o Código de Posturas não é verificado pela fiscalização proporcionando o abuso de ocupação ilegal na área de livre circulação e o abandono de animais de grande porte nas vias públicas.


Paralisada por anos, obra do CEEP foi retomada há pouco pelo Governo do Estado, mas segue a passos lentos

   Agora, com a incidência de chuvas outra questão evidente e que pode ser vista por qualquer cidadão é o asfalto das ruas. Basta uma pequena chuva para que buracos apareçam e a pista fique quase intransitável. Isso ocorre em quase todos os bairros e até na região central da cidade. No Jardim John Kennedy, a unidade de saúde está com a cobertura comprometida e pode ocorrer por lá o mesmo que ocorreu com a Biblioteca Municipal. O prefeito José Maria deixa ao abandono até que o telhado venha abaixo, e depois culpa a administração anterior como já o fez anteriormente. E a Escola da Taquara, Castelo Branco, já foi concluída? 


No Jardim Santa Paula, cancha de esportes está paralisada há mais de três meses sem explicação

    Se tivéssemos vereadores que realmente fiscalizassem, o município poderia estar em boas condições. Mas infelizmente não podemos contar com isso, já que a maioria dá a entender que não querem se indispor com o prefeito. A começar pelo presidente da Câmara que se revela uma decepção em sua postura política nesta gestão.  Fica aqui o desafio. Qual dos nove vereadores vão cobrar o prefeito a retomada das obras paradas, e a manutenção do que está precário? O recanto Pigarro é um deles. O prefeito pede Empatia alegando já estar programado em cronograma...mas até quando?

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