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Domingo, 2 de Junho de 2024
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 "Meta é garantir saúde de qualidade para o povo de Ibiporã", diz pré candidato

Indignado com duas mortes por suposta negligência no atendimento, Boca Aberta, rasga o verbo!

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
 
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    Pelo menos duas pessoas perderam a vida em Ibiporã por suposta negligência no atendimento, ou demora para diagnosticar a gravidade do problema. Isto até onde se tem conhecimento público.  A saúde em Ibiporã é um caos não é de hoje e é inadmissível que um  gestor público resolva reformar várias unidades de saúde de uma só vez, comprometendo o atendimento já caótico à população por conta da reeleição que se aproxima.  Poderia ao longo dos quatro anos, reformar uma por ano. E agora também a UPA.  E o povo, será atendido onde?

    A saúde sempre foi uma das bandeiras do então ex-deputado Emerson Petriv, o Boca Aberta que há cerca de 15 dias, mudou-se para Ibiporã e insiste que a cidade precisa respirar novos ares. É dele a maior emenda parlamentar já recebida por Ibiporã, direcionados a saúde na ordem de R$ 3 milhões de reais desde 2021. "Quando fui eleito deputado, percebi que as maiores reivindicações da base, era volta a a saúde do povo. Aprendi que é possível oferecer um tratamento de ponta para os pacientes direcionando as emendas para tratamento digno de quem não tem condições de pagar um plano de saúde. E assim o fizemos ajudar quem precisa em Ibiporã", relatou.

   Com gestão e com política, nós podemos oferecer, sim, dignidade para as pessoas e um serviço de saúde modelo. E se eleito for um dia nessa cidade abençoada, terei como meta garantir saúde de qualidade para o povo”, afirma. "Estou vindo para Ibiporã determinado a lutar e dedicar minha vida a mudar a política de revezamento de poderes de quem se acha dono da cidade. O bem estar das pessoas precisam estar acima de obras faraônicas que consome milhões não somam em nada. Investir na saúde é cuidar das pessoas. Cuidar das pessoas é fomentar o emprego, é gerar renda, gerar receita para o município e propiciar que a gente faça essa ‘engrenagem’ girar. A população ganha mais, ganha melhor, gera impostos e nós conseguimos investir mais para a própria população”, explica o ex-deputado.

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    Boca Aberta fala que "para melhorar a saúde é preciso "ouvir o povo", estar com ele na periferia, ouvindo as opiniões, e buscando soluções junto aos demais profissionais de saúde para que façam efeito positivo. Vamos convocar a classe médica da cidade, discutir as necessidades, criar um mecanismo que possibilite melhorar o acesso à saúde pública. Isso é possível... vejo que falta força de vontade porque dinheiro sobra para esbanjar em paver. São mais de R$ 90 milhões em caixa e o povo morrendo em casa por falta de atendimento digno", observou.

    O pré-candidato, reafirma que esse é o principal desafio. Acabar com as filas de espera por consultas e exames e eliminar de uma vez por todas o chamado “jeitinho brasileiro” para ter acesso aos serviços.  “O administrador precisa garantir que as pessoas não tenham somente acesso à saúde sistema público, pelo SUS (Sistema Único de Saúde). É possível criar mecanismos mais ágeis para emergências.  E vamos buscar fazer isso com parcerias. Enquanto houver um cidadão que precise pedir alguma coisa para alguém tá errado e na política a gente vê muito isso. O papel do deputado, do vereador, do prefeito não é dar ‘jeitinho’ em nada, é fazer com que o sistema funcione e as pessoas não precisem se humilhar para conseguir aquilo que já é delas por direito”, enfatiza.
     
     “A partir do momento que você paga seus impostos, você deveria ter acesso de qualidade a tudo aquilo que a rede pública deveria te oferecer. A saúde é um direito básico constitucional. Então, se tem alguém me pedindo uma tomografia, uma ressonância, uma consulta de especialidade, uma cirurgia, está errado e precisamos evoluir”, reforça. Boca Aberta tem trâmite em Brasília e no Governo do Estado, uma boa relação com vários parlamentares, o que pode contribuir muito com uma futura administração.

A relação entre administrador e os pares

     Questionamos Boca Aberta, como vê a questão do atual prefeito ter a maioria na Câmara atrelada ao cabresto. “O prefeito precisa da Câmara para governar. Mas ter aliados, não pode significar ignorar o povo. Se um dia for prefeito, vou trabalhar para ter uma Câmara com representantes do povo.  É para o povo que vou trabalhar. Hoje a gente vê o contrário. A Câmara trabalha para o prefeito e povo está morrendo a mingua...  a oposição parece não ser importante, e sequer é ouvida. Defendo que se houver alguma proposição que não seja adequada para o povo eu serei contra. Não vou esperar que vereador venha me apontar isso. O prefeito tem que ter sobriedade e acertadas decisões. E, se um dia eleito for,  espero poder conduzir a cidade, com o melhor grupo de vereadores que esta cidade já viu. Vamos trabalhar em conjunto. Vejo para Ibiporã  um horizonte ainda melhor, com mais saúde e com mais dignidade para o povo”, complementa.

    “Se você me perguntar qual a maior qualidade de um administrador eu diria que é o diálogo. E quem sabe dialogar, sabe encontrar o meio termo onde a gente possa caminhar de uma maneira adequada. Por motivos óbvios, a saúde é o meu principal ponto, como eu sempre digo, e começa com uma Comissão de Saúde responsável, ... não outra vaquinha de presépio manipulável.  Uma Comissão de Saúde responsável, é o primeiro passo para o sucesso da pasta. Depois o apoio dos pares". Boca Aberta na próxima semana estará fazendo uma visita ao Hospital Cristo Rei, e como de costume, procurando se inteirar das necessidades do hospital e como o município pode contribuir melhor.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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