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Macacos-prego surpreendem moradores de Ibiporã

Eles invadem residências atrás de comida e também causam prejuízos.

Macacos-prego surpreendem moradores de Ibiporã
Beto Baccarim/Redes Sociais
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  Moradores da região central de Ibiporã foram surpreendidos esta manhã com visitas indesejáveis de cidadãos inusitados. Para alguns que levaram um susto com a “invasão”, macados da espécie-tipo, Simia apella do subgênero Sapajus, ou popular macaco-prego. Estes bichos que geralmente andam em bandos invadem as casas, vivem uma situação de furtos, que não há como evitar, porque circulam pela cidade em busca de alimento.
   Eles descem de árvores ou telhados e acabam assustando as pessoas. Uma das pessoas que recebeu a visita destes simpáticos animais, foi o engenheiro ambiental e ex-prefeito Beto Baccarim que já comunicou o fato aos órgãos competentes para saírem na captura dos bichinhos.      “Quase entraram na minha casa. Foi um susto”, contou Baccarim que comunicou o fato ao IAT - Instituto Água e Terra, entidade autárquica, do estado do Paraná, sendo atualmente vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.
Pode parecer engraçado, mas nas casas onde entram promovem desordem e deixam um grande prejuízo.
     Os macacos chegam a arrancar telhas e jogar para a casa do vizinho e em alguns casos até mesmo atingindo automóveis, como já houve registro anteriormente.     Os macacos-prego vivem no Horto Florestal que fica no meio da cidade. Além deles há muitos quatis que também invadem as casas como ocorre à margem do fundo de vale na rua Porecatu. 
     Como não é possível retirar os animais do habitat natural, o engenheiro ambiental espera que as autoridades da área encontrem uma solução para conter a invasão atraindo os animais para um outro local. 
Nossa reportagem entrou contato com o Instituto para saber das providências, mas ainda não havia retorno sobre a operação “pega-macaco”.         “A gente pede para não alimentar estes animais até porque é perigoso para própria população”, alertou o atendente. Ressaltou que alimentar animais silvestres é perigoso. O risco é mais físico mesmo. O animal pode acabar mordendo ou arranhando. E também pode ser transmitido algum tipo de vírus pela secreção ou pela saliva. Alguma coisa assim e mesmo uma infecção de pele”, afirmou.

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