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Falta de coleta de lixo atrapalha rotina e aborrece moradores do “Balneário Tibagí”

Com  final de semana prolongado, moradores cobraram pela coleta de lixo até que aconteceu

Falta de coleta de lixo atrapalha rotina e aborrece moradores do “Balneário Tibagí”
Folha Portal/Ely Damasceno
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Falta de coleta de lixo atrapalha rotina e aborrece moradores do “Balneário Tibagi”

Com  final de semana prolongado, moradores cobraram pela coleta de lixo até que aconteceu

     Serviço não era realizado desde a semana passada, e há dias o lixo vinha se acumulando pelas ruas do condomínio, Balneário Tibagi, segundo moradores.  A população reclama que todo o mês paga o serviço de coleta na taxa de lixo cobrada na fatura do Samae, mas o serviço não funciona regularmente em finais de semana prolongados, o que acarreta em acúmulo de lixo nas ruas do bairro. 
     Uma das moradoras conta que muita gente desce para as chácaras nos finais de semana para fazerem festas, o que demanda uma grande quantidade de lixo a ser recolhida e, quando isto não acontece, os cães derrubam os sacos, rasgam a procura de restos de comida provocando sujeira e mau cheiro. Ela também reclama que o Samae não tem programa de coleta seletiva no condomínio como nos outros bairros e no centro, o que leva muitas pessoas a colocar o lixo todo misturado num saco só. 


Acesso ao Balneário Tibagí é só buracos, falta asfalto, coleta de lixo regular, e ultimamente, água e até energio elétrica

    Também reclama que a empresa não deixa as embalagens para tal. Enquanto isso, o problema vem piorando a cada dia. As lixeiras das casas não estão mais suportando mais. No meio de tudo isso, comida e tudo quanto é tipo de resíduos domésticos atrai também cavalos que andam soltos pelas ruas, e tal quais os cães, rasgam os sacos a procura de algum resto de alimento. 
     Como se não bastasse a demora na coleta, a moradora também denuncia que “a pressa” com que os garis passam pelas ruas do bairro, muitas vezes rasgam as sacolas de lixo, durante a sua retirada e o lixo fica espalhado pelo chão sendo os moradores obrigados a recolhe-los de novo porque os servidores da terceirizada não o fazem. 

Boca no trombone
      Devido ao grande número de reclamações  da população pela manhã, a administração sentiu a “pressão” e por volta do meio-dia e meio, apareceu por lá um caminhão para fazer a coleta. Num grupo de redes sociais, o vereador Gilson Mensato se comprometeu com a população do condomínio em discutir o assunto e propor a coleta pelo menos três vezes por semana. A coleta seletiva também deverá ser tema da discussão.         A população aos poucos já está entendendo que esta administração só funciona na base do empurrão, na base do “protocolo”...e haja protocolo que aborrece o prefeito a tal ponto de se recusar a dar entrevista sobre o assunto das cobranças.  Uma fonte no gabinete do prefeito, revelou que está irritadíssimo com o grupo “Fiscaliza Ibiporã” e ao tentar ser entrevistado sobre o assunto, teria dito ao repórter, “_Não vou falar sobre isso, olha o que esses caras estão fazendo”... e saiu de fininho no evento que ocorria na praça.
     Logo o prefeito que gosta de blá-blá-blás em microfones... deve estar irritado mesmo! 


     Outro problema cobrado pelos residentes do condomínio Balneário Tibagi, é o asfalto prometido em campanha pelo atual prefeito. “No final do ano passado, o prefeito João mandou umas máquinas aqui e deu até uma ajeitada nas ruas aplicando moledo e compactando, o que amenizou o barro, mas o candidato que veio aqui, disse que com ele, seria diferente e teríamos asfalto. A promessa foi feita até por um morador daqui que foi candidato e disse ser amigo do prefeito, e que se a gente votasse nele, teríamos o asfalto”, conta.
     Com a grande incidência de chuvas, os problemas no balneário só aumentaram, e em algumas ruas, ficam praticamente intransitáveis devido a lama que se forma. “De um ano para cá a população do bairro dobrou praticamente e nos finais de semana, é um fervo de famílias que descem para festar”, diz a moradora que sobrevive alí de um pequeno negócio. “Num ponto é bom porque aquece as vendas para a gente, mas por um outro lado, sem coleta de lixo e sem asfalto, nos sentimos abandonados. Dia desses faltava luz e água e assim não dá prá ficar”, concluiu.

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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