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Eclipse total da Lua é registrado por fotógrafo Ibiporanense

Fenômeno também conhecido por "lua de sangue" pode ser visto em todo Brasil

Eclipse total da Lua é registrado por fotógrafo Ibiporanense
Folha Portal/Fernando Tinni
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    Entre a noite deste domingo (15) e a madrugada de segunda-feira espectadores do Brasil inteiro puderam acompanhar o primeiro e único eclípse total da lua em 2022. Isso quer dizer que o Sol, a Terra e Lua estiveram alinhados e a Lua passou na sombra da Terra. O fenômeno foi visto também em toda a América do Sul e Central e partes da América do Norte, Europa e África.  Em Ibiporã o servidor municipal aposentado Antonio Tinni, desde às 21 horas de ontem já estava com seu equipamento preparado, aguardando o fenômeno que ocorreu entre a 01h10 e 02h00 da manhã. Amante da fotografia, Tinni tem em seu portfólio registros de vários temas em imagens espetaculares e, em especial a natureza, capturados em suas viagens de pescaria.

Fotografar o céu, como o sol e a lua, também é sua praia como podemos notar neste registro do eclípse quando a sombra da terra encobriu completamente o disco lunar, e a Lua ficou avermelhada, isso porque não tivemos a incidência direta da luz do Sol no nosso satélite natural como pode ser registrado na América do Norte e África.

"É o mesmo fenômeno que torna o pôr do Sol vermelho. É como se a luz do Sol fosse filtrada pela nossa atmosfera e sobrasse esse vermelho que espalha a luz do Sol que incide sobre a Lua", diz Alessandra Abe Pacini, cientista do grupo de Física Espacial da Universidade do Colorado, USA.
       
           

   De acordo com o Observatório Nacional, o eclipse parcial teve início às 23h27 (no horário de Brasília), quando o disco da Lua começou a escurecer. Às 00h29 desta madrugada 16 começou o eclipse total e a coloração da Lua foi ficando cada vez mais vermelha. O máximo do eclipse total ocorreu às 1h11. A Lua ficou imersa na umbra (região em que não há iluminação direta do sol) até 1h54 quando começou a sair para a penumbra (ponto de transição da sombra para a luz) e voltamos a assistir o eclipse parcial e depois novamente o penumbral. O registro fotográfico de Tinni, mostra a sequência do eclipse para quem não ficou acordado para ver.

Segundo a Nasa, a agência espacial norte-americana, o nome técnico para isso é Dispersão de Rayleigh. A agência diz ainda que quanto mais poeira ou nuvens na atmosfera da Terra durante o eclipse, mais vermelha a Lua aparecerá.

"É como se todos os amanheceres e entardeceres do mundo fossem projetados na Lua", explica a Nasa. Nenhum equipamento especial foi necessário para observar o eclipse. A Lua de Sangue foi visível ao olho nu. Contudo, o uso de binóculos ou de um telescópio pode melhorar a visão e a intensidade da cor vermelha, para quem foi mais curioso. O fenômeno pode ser melhor observado em lugares mais escuros, como na zona rural, onde se pode perceber também, o céu muito mais estrelado.
FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno/Unicor-USA
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