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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
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Ao som indecente de Funk, "Mutirão de Empregos" no CTTI vira tema de discussão nas redes sociais

Um ato de extrema irresponsabilidade num ambiente cheio de menores de idade: meninos e meninas

Ely Damasceno
Por Ely Damasceno
Ao som indecente de Funk,
📸Divulgação/ CTTI - Laboratório de cursos e informática
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    Falta de sensibilidade, mau gosto ou apologia a "adultização de adolescentes"?  De quem foi a infeliz ideia de usar como trilha sonora, um tema Funk (por sinal um estilo musical discutível que incita ao sexo e o crime) durante a programação de cursos gratuitos no CTTI voltados à qualificação profissional, ofertados pela Secretaria do Trabalhador.

    A "mancada" do sonoplasta, tomou conta das redes sociais bem como a indignação de muita gente, especialmente quando o tema que discute a adultização de adolescentes, chega até o presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), se comprometeu a pautar, nesta semana, projetos sobre o assunto após um vídeo do influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, alcançar mais de 30 milhões de visualizações no YouTube em apenas cinco dias expor o problema por sinal preocupante.

    Considerando que o evento municipal, era direcionado para jovens, meninos e meninas, pegou muito mal, a "trilha sonora", cujo vídeo contento o áudio do Funk de MC WM - "Senta Braba", que me recuso a colocar a letra aqui em respeito aos leitores. Até porque não soma nada para o cidadão. É pura apologia ao que não presta.

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      Se o servidor municipal que escolheu a trilha sonora gosta de funk, tudo bem. Mas que vá ouvir esta porcaria em sua casa. O local e a atividade com os jovens ali presentes repercutiu como uma situação inadequadas aos padrões da administração municipal que busca prezar pela boa educação e, com certeza, o prefeito não tem conhecimento disso!

  Letras de funk que abordam temas como violência, desigualdade, racismo em uma linguagem popular com gírias e palavrões para comunicar a vivência de um grupo social específico pode até ser aceito por alguns como "expressão cultural". Mas admitir apologia a sexualidade banalizada onde a mulher é colocada numa condição extremamente vulgar, é de dar nojo. Reflete apenas o nível do meio de onde veio,  induz a prostituição, a vulgarização da mulher, quando não ao uso de drogas e tocar este tipo de música num ambiente público, é incompreensível e não condiz com esta administração. 

 

FONTE/CRÉDITOS: Folha Portal/Ely Damasceno
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Ely Damasceno

Publicado por:

Ely Damasceno

Bacharel em Teologia Theological University of Massachussets USA 1984/1990. Jornalismo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo. Repórter Gaz.Esportiva, Diários Associados, Estadão/SP, Jornais Dayle Post, em Boston-USA e Int.Press Hyogo-Japão

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